American: Atenção, Mudanças no Aadvantage

4 de November de 2008 | Por | 5 Comentários More

Estava devendo este post há algum tempo. Desde de 01 de outubro estão valendo novas regras no Aadvantage.

Se você se interessa em usar suas milhas para realizar um upgrade de classe, então prepare o bolso. Se optar por comprar uma passagem promocional na classe econômica (aquela que você fica aguardando para comprar, pois não é a sua empresa que vai pagar) e quiser fazer um upgrade com milhas para a executiva, além das milhas necessárias vai ter que desembolsar um bom montante:

Se o upgrade for realizado em tarifas promocionais entre a América do Norte e Colômbia, Equador, Peru e Venezuela, vai ter que pagar mais 150 USD.

Se o upgrade for realizado em tarifas para voar nos EUA/Canadá ou de lá em direção (e vice-versa) ao México e ilhas do Caribe vai ter que pagar 50 USD.

Mas se o upgrade for realizado em uma tarifa econômica  para voar de/para América do Norte e Europa, Índia, Japão, China, Argentina, Brasil, Bolívia, Chile e Uruguai, vai ter que pagar a bagatela de 350 USD.

Lembrando que o prêmio upgrade com milhas é aplicado por trecho (ida ou volta). Se for usar na ida e volta, vai ter que pagar o dobro e usar o dobro de milhas.

Piorou e muito para quem usa as milhas para upgrade. Mas não fique triste, já que quem tem Fidelidade Tam só consegue fazer upgrade com pontos comprando uma tarifa econômica que custa quase o mesmo que uma tarifa executiva promocional e quem tem Smiles nem executiva pode usar…

Mas não foi só isso não! Eles mudaram a quantidade de milhas necessárias para emitir algumas passagens prêmio:

O aumento foi mais intenso no número de milhas necessárias para a emissão de uma passagem prêmio para voar na classe executiva (um aumento por volta de 10% em alguns destinos). Para voar na econômica, aumentou-se de 35 para 45 mil milhas o montante necessário para voar dos EUA continental para o Havaí na alta temporada (o Aadvantage como o Fidelidade Tam usa o critério de alta e baixa temporada), de 30 para 35 mil para voar do EUA para o Caribe na alta e de 75 para 90 mil para voar em direção ao Oriente Médio.

Vamos repetir mais uma vez: Milha boa é milhas gasta com sabedoria e o mais rápido possível. Não encare sua milhas como um depósito de longo prazo, já que a cia pode mudar as regras do programa, passar por dificuldades financeiras ou deixar de voar um destino desejado. Sem contar que algumas dificultam ao máximo a emissão de uma passagem prêmio.

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Category: Programas de Fidelidade Aérea

Comentários (5)

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  1. Luciano says:

    Rodrigo, dá uma olhada: http://www.tipsfromthetlist.com/article3366.html Aquela Passagem em 89º lugar em uma lista de 300 blogs de viagem, pelo Technorati. Eu havia avisado o Riq que o VnV antigo estava lá, e ele chamou atenção que o Aquela Passagem também está lá. Parabéns!

    Responder

    Julio respondeu:

    Parabéns !

    Responder

  2. Rodrigo Purisch says:

    Luciano e Julio,

    Obrigado pelo suporte e eleogios!

    Na verdade não boto muita fé nessa T list não. Em novembro do ano passado vi essa lista. O Riq estava em 12o. lugar e eu em 62 Tlist Nov 2007. Me colocaram nela e ai ela só foi crescendo.

    O Technorati não mede bem os sites, apenas os blogs. Com isso o Riq caiu na lista (mas a manutenção do VnV do WP mostra a força dele no mundo do turismo). O número de assinantes de Feeds é uma das formas que gosto de usar para comparar blogs. São os leitores fiéis e mais ligados a informática.

    O Aquela Passagem nunca figurou na lista dos 100 maiores blogs do Brasil porque o público é de nicho, com média etária um pouco mais alta, maior poder de consumo e que não frequenta em sua maioria o Technorati, Blogblogs e etc. Muitos nem sabem o que é RSS..Normalmente as listas partem desses indicadores para medir um blog. O Google colocou um pagerank 5 no blog antes da Migração (relevância nas pesquisas), o que é uma classificação muito boa para o blog de um homem só.

    Como disse não sou adepto dessas listas, mas não deixa de ser legal ser citado nelas!

    Um abraço

    Responder

    Luciano respondeu:

    Rodrigo, quem está do lado de cá (leitor) e pouco conhecedor desse mundo além do RSS não tem idéia.

    Vou aproveitar pra colocar aqui minhas impressões de dois vôos Gol/Varig (POA-Buenos Aires-POA) feitos mês passado, com milhas. Aqui em Porto Alegre atendimento ótimo. Pegamos o terceiro dia da migração de sistema e estavam um pouco perdidos, atendentes (Varig) comentando a política Gol de atendimento ao passageiro – o passageiro é só mais um número, nada de tratamento especial (nem mesmo por ser Smiles – seja Azul ou Diamante). Não que eu ache que deva ter um tratamento diferenciado, mas não precisam nivelar por baixo. Uma pena. Os mesmos comentários ouvimos durante o vôo. Agora vai ser política Gol. Quero ver agora que abocanharam o Smiles como vai ser. Os únicos indicativos que o vôo era Varig eram o cartão de embarque, o crachá da tripulação e a aeronave. O restante, TUDO, desde uniformes ao guardanapo com logotipo GOL. E a constante lembrança de que aquele era um vôo GolVarig (pronunciado como se fosse uma palavra só) a cada anúncio. Na volta estavam completamente perdidos em BsAs. Quatro atendentes fazendo o check-in, duas passageiras que, pelo que entendi chegaram atrasadas ou não achavam a reserva movimentavam 3 atendentes. Tivemos que implorar por atendimento prioritário (com criança pequena). No vôo o atendimento foi bom. Não dá para generalizar, mas dava pra ver quem tinha treinamento Varig. O único porém foi o fato de ter me sentido um contrabandista ao receber um sanduíche, meio que por baixo dos panos, para nossa filha (de colo). Pelo jeito seu Constantino Jr não libera um pão com presunto e queijo se não está ocupando assento (ou os 10% não valem a pena). Mas bolachinhas de mel foram dadas aos montes. Resumindo, uma pena que vão diminuir o nível do atendimento.

    Quero ver se dia 16 consigo emitir mais duas passagens. Te dou o feedback do novo atendimento depois.

    Abraço,

    Luciano

    Responder

    Rodrigo Purisch respondeu:

    Luciano,

    Infelizmente, a Varig e o padrão Varig são passado. Quem sabe um dia, alguma cia nacional consegue voltar seus olhos para o atendimento. Hoje o negócio não é voltado nem para o atendimento ou para produzir a menor passagem possível, mas sim para reduzir os custos ao mínimo e gerar mais lucro. As cias nacionais não sabem viver com os 5% de lucro com que as muitas cias internacionais vivem….

    Contrabandista de presunto é duro…e em vôo internacional…

    Obrigado pelo feedback!

    Responder

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