Blog Desativado? Não, Blogueiro Viajando!

20 de April de 2009 | Por | 38 Comentários More

Eu também não sou de ferro! Me dei alguns dias de férias neste feriado aproveitando umas milhas. Então, não se assuste com um aparente abandono do blog. Dando um tempo, postamos aqui!

Um abraço a todos

Category: Notícias

Comentários (38)

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  1. PêEsse says:

    Será que o Ministério do Turismo, a pretexto de proteger o turismo doméstico, vai querer melar a queda das bandas tarifárias? Será que é tão difícil ver que a concorrência com os destinos internacionais só tende a aperfeiçoar os destinos nacionais? http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2009/04/23/ult5772u3718.jhtm

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    Fabio Gomes respondeu:

    Incrível como o lobby é forte…

    Fazem de tudo para melar esta liberação tarifária !!!

    Estão desesperados pois com essa liberação, vai ficar mais barato ir pra Paris do que ir pra Amazônia ou pro Pantanal. E a TAM e a GOL não querem largar o osso desses preços abusivos.

    Pau neles, ANAC !!!

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  2. Fabio says:

    TAM admite demitir após a liberação de passagens

    Presidente da empresa diz que decisão da Anac pode inviabilizar empresa nacional

    GUILHERME BARROS
    COLUNISTA DA FOLHA

    A TAM será a companhia mais afetada pela decisão tomada pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) de liberar os preços das passagens aéreas emitidas no Brasil para o exterior. O impacto ainda não foi calculado, mas a companhia não descarta demissões para compensar perdas.
    “Não podemos agora ser inocentes e dizer não a qualquer ideia”, diz o comandante David Barioni, 50, presidente da TAM. “Nada está descartado.
    Vou analisar todas as possibilidades, essa [demissões] inclusive”, disse Barioni, que assumiu o cargo em novembro de 2007, em entrevista na sede da empresa perto do aeroporto de Congonhas, em São Paulo.

    FOLHA – Qual será o impacto da liberação das tarifas para a TAM?
    DAVID BARIONI – Estamos fazendo um estudo para medir o impacto. Claro que vamos tomar medidas de redução de custo, mas é importante lembrar que a empresa é eficiente. O custo das companhias brasileiras de aviação é maior não por ineficiência, mas pelo custo-país. Não podemos baixar imposto, não podemos importar uma peça mais barata e não podemos pagar combustível mais barato.

    FOLHA – A TAM pensa em demitir?
    BARIONI – Hoje, nada está descartado. Nossa obrigação é colocar a empresa num nível competitivo. Não vamos reduzir a qualidade do produto, mas precisamos baixar os custos. Vou analisar todas as possibilidades, essa [das demissões] inclusive. Não podemos agora ser inocentes e dizer não a qualquer ideia. Se tivermos rotas que passem a ser não vantajosas a partir dessa liberalidade tarifária, vamos ter que ver o que podemos fazer.

    FOLHA – O sr. foi surpreendido por essa decisão da Anac?
    BARIONI – Não diria que fui surpreendido. O governo já vinha sinalizando essa vontade de fazer a liberação. Claro que eu gostaria de ter tido mais tempo de conversar. O Congresso Nacional tinha até chamado a Anac para conversar. Essa é uma decisão de Estado, e acho que deveria ter sido tomada no Congresso. Trata-se de uma medida que impacta o Brasil, impacta empresas brasileiras, impacta milhares de empregos e impacta o futuro da aviação brasileira. Na minha opinião, como presidente da TAM e cidadão, essa decisão poderia ter sido tomada no Congresso depois de um amplo debate e a partir de um consenso, e não pela agência, unilateralmente.

    FOLHA – Foi arbitrário?
    BARIONI – Não. A agência tem o total direito de fazer isso. Temos que tomar cuidado em olhar a liberação de tarifas como uma medida que vai baixar os preços no minuto seguinte. Ela pode até não baixar, mas, se baixar, colocando em risco empresas brasileiras, talvez não valha a pena. Por isso, na minha opinião, embora legal, essa decisão deveria ter sido tomada no Congresso Nacional.

    FOLHA – As empresas brasileiras de aviação estão em risco?
    BARIONI – Vamos ter que esperar os resultados do estudo dos impactos para avaliar melhor, mas hoje estamos, na medida em que essa regra for implantada, numa posição de desvantagem em relação aos concorrentes internacionais. O mundo inteiro hoje trata de proteger os seus mercados de uma forma ou de outra. O Japão, por exemplo, adotou, a partir deste mês de abril, um piso mínimo tarifário, exatamente o que o Brasil acabou. O Brasil, com essa regra, está abrindo o seu mercado para empresas muito mais fortes do que a nossa e com vantagens competitivas que não conseguimos ter porque o custo-país aqui é mais elevado.

    FOLHA – A TAM já tomou alguma decisão após essa decisão da Anac?
    BARIONI – Nós decidimos hoje [ontem] postergar a mudança da nossa sede para um edifício de 15 andares na Paulista. O custo na preparação desse prédio seria na casa de R$ 10 milhões a 12 milhões, e, neste momento, não podemos arcar com essa despesa.

    FOLHA – A TAM pensa em pedir alguma compensação ao governo?
    BARIONI – Não há espaço para isso. O que gostaríamos é que houvesse uma reforma tributária para que essa desvantagem do custo-Brasil fosse revista. O Chile, por exemplo, paga 15 pontos percentuais a menos em imposto do que o Brasil. Os Estados Unidos, dez pontos, e a Europa, cinco. Não é uma questão de compensação, mas de lógica empresarial.

    FOLHA – Por que o preço de uma tarifa da TAM comprada no exterior é menor do que no mercado interno?
    BARIONI – Uma tarifa São Paulo-Miami custa mais ou menos US$ 1.000,00, e uma tarifa Miami-São Paulo, US$ 700. Por que lá é mais barata? Porque lá o concorrente tem um peso de custos pela questão tributária menor do que o nosso. Lá o concorrente opera a um preço mais baixo do que o nosso. Por isso, temos que nos equiparar ao preço deles voando deficitariamente. Voamos deficitários numa ponta e não temos que conseguir alguma receita favorável. Agora, com essa liberação, nós precisamos verificar o que vai acontecer. Nós podemos ter nas duas pontas um preço menor do que se pratica hoje, e isso nos pode nos levar a uma condição desfavorável. Teremos de nos reinventar para que a empresa não fique em situação de desvantagem devido a essa liberação tarifária.

    FOLHA – A rentabilidade dos voos internacionais é maior do que a dos nacionais?
    BARIONI – Não divulgamos os números separadamente. A rentabilidade da empresa foi de 5,7% no ano passado. Nós tivemos um resultado operacional bastante positivo. Só dez empresas no mundo tiveram um resultado favorável. Nós acabamos tendo prejuízo devido ao impacto financeiro por conta de operações de “hedge” [proteção] de combustível, mas o resultado operacional, a geração de valores pela atividade fim da empresa, foi favorável, de R$ 725 milhões.
    Nosso negócio vive de volume. Precisamos de volume. Nossa margem é muito pequena. Embora tenhamos sido uma das dez empresas aéreas com resultado operacional positivo em 2008, mesmo assim foi pequeno, de apenas 5,7%, principalmente se comparado com outros setores da indústria ou mesmo de serviços. Não há respaldo técnico para achar que o Brasil tenha espaço para um número muito grande de companhias aéreas. Com 60 milhões de passageiros/ano, não há volume para muitas empresas no Brasil, infelizmente. Essa conta não fecha.
    O Brasil teve 19 companhias aéreas que desapareceram nos últimos dez anos. Não é uma questão de competência. Não há passageiro suficiente para sustentar muito mais que duas empresas rentáveis, e, mesmo assim, com rentabilidade pequena. Tivemos no ano passado um lucro operacional de R$ 725 milhões para um faturamento de R$ 12 bilhões, o que mostra que é uma margem muito pequena para uma empresa desse tamanho. Tomar duas ou três decisões erradas que queimem R$ 725 milhões é muito fácil.

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  3. Fabio says:

    Acabei de simular NY – SP – NY a tarifa mais barata é da AA, apenas R$750,00 isto mesmo reais!!! valor com taxas de embarque e de serviço do Decolar.
    Saindo de SP o preço mais em conta é 750 também!! só que em dolares pela AeroMexico, com uma longa escala na capital mexicana.

    Agora a Tam já começou com drama, que talvez tenha que demitir, e o Ministério do Turismo já solicitou estudos sobre o impacto que a medida trará para o turismo interno… e bla blá… é a Tam fazendo o seu lobby… vamo ve no q vai dar

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    Marcelo Valentim Silva respondeu:

    Fábio,
    Nao consigo repetir teus numeros. Quais foram as datas que tu escolheu para obter estes valores ? Foi mesmo no Decolar.com que obtiveste estes valores ?

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    Fabio respondeu:

    Marcelo, simulei na segunda quinzena de junho/10

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    Fabio respondeu:

    Marcelo, corrigindo! SEGUNDA QUINZENA JUNHO/09!

    Marcelo Silva respondeu:

    Tá certo. Tentei no decolar de 17 a 24 de Junho de 2009, e de SP_NY_SP consegui US$ 745 na Aero Mexico, sendo que com as taxas vai pra US$ 900, e na ordem NY_SP_NY consegui US$340 na United o que dá uns R$745. Mas o valor total a ser pago é quase o dobro… US$175 de taxas e mais US$150 de encargos ! O total sobe pra US$665 ! Nao dá pra entender porque na Continental o preço é mais alto: US$414, mas as taxas sao de apenas US$100 em vez dos US$175 da United… Os encargos tem o mesmo valor de US$150 (voces sabem que encargos sao estes ?), resultando num valor total até menor do que o United: US$664, ou seja Um dollar a menos… Tá parecendo que eles combinaram o valor total a pagar… Pela TAM o total chega a US$745 (437 + 158 + 150). A American tambem cobra o mesmo preço total de US$745 (425 + 170 + 150). Incrivel esta igualdade de preços… Até parecem os postos de gasolina aqui em Brasilia, todos com o mesmo valor de R$2,68 o litro da gasol… Vamos esperar os preços baixarem… Alguem já viu algum preço mais baixo, na faixa nova de até uns 550 dollares ?

  4. Felipe Torres says:

    Eu to procurando passagem pra Europa, a algum tempo, mas tinha que ser em agosto, onde os preços são mais altos.
    Acabei de ver no decolar.com passagem Rio (ou SP) para Amsterdam por U$ 811. Nao tinha achado ainda nada abaixo de U$ para essa época (20/08 a 10/09).
    Será que já é efeito da medida? Aliás, alguém tem uma dica mais vantajosa? Vale a pena deixar pra mais em cima da hora ou fecho logo essa?

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  5. ewalker says:

    Concordo que o problema do valor do combustível e dos impostos tem que ser resolvido. Mas é um absurdo ter monopólio e essa diferença entre os valores NY/SP e SP/NY! O governo tem que mudar mas quem NÃO deve pagar por isso somos nós, que já pagamos UM MONTE DE IMPOSTOS e não recebemos NADA em troca!

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  6. josé oliveira says:

    acredito que sobrarão aumentos dos preços internos e faltarão as promoções com menor qtd de milhas!
    no ensejo,passagens com milhas pela LAN estão muito escassas; deve ter sido para compesar a diminuição de algumas tarifas

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  7. Fabio says:

    Pessoal, a GOL esta com feirão neste fim de semana.
    Acabei de comprar Campinas – Vitoria, para o reveillon, isto mesmo…pico de temporada por R$99,00/trecho.

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  8. ewalker says:

    PatiG,

    Me parece que a picaretagem da TAM é apenas pra passagens FORA da América do Sul. Portanto, vou corrigir minha reclamação: pra quem quer viajar pra algum lugar FORA DA AMÉRICA DO SUL, cuidado, pois em alta temporada e talvez até em baixa DIFICILMENTE conseguirá passagens usando milhas da TAM. Com toda certeza o trecho SP/NY já comprovei por 2 vezes e isso sempre com MUITA antecedência que é praticamente IMPOSSÍVEL conseguir passagens em qualquer data do ano. Você tem que seguir as “disponibilidades” deles.. Com o fim das bandas, quem sabe um pouco de concorrência faz a TAM começar a olhar seus clientes e principalmente os que possuem programa FIDELIDADE com mais carinho.

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  9. Fabio says:

    Mais uma novidade.
    A Azul oficializou as novas rotas:

    A Azul confirmou ontem que já solicitou à ANAC autorização para iniciar seus vôos para Londrina, Maceió e Campo Grande. O dia que a empresa começará operar estes destinos vai depender da autorização da ANAC mas a data mais provável é que seja no dia 15 de maio em Londrina e Campo Grande, já Maceió ainda não está definido se o vôo começara 15 de maio ou 1 de junho.

    Com o início de operação nessas 3 cidades a Azul já estará presente nos 13 destinos que ela havia planejado para 2009, no entanto, é muito provável que a empresa inicie vôos em outras cidades ainda este ano.

    As cidades mais cotadas para receber os vôos da Azul depois destas são: Goiânia, Brasília, Natal e Uberlândia. Outro ponto que deve ser lembrado é que a Azul negocia com o BNDES vôos que beneficiem as cidades do Nordeste, seriam mais 7 aviões para reforçar as cidades da região Nordeste.

    Fonte: Melhores Desitnos

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  10. Gustavo says:

    Bom dia Rodrigo;

    Espero que tenha aproveitado suas férias.
    Escrevo para dizer que a Air China cancelou agora definitivamente todos seus voos, mesmo após confirmar seu retorno para 28 de junho. Ela esta orientando a todos os passageiros com destino à Madrid solicitarem o reembolso das passagens e os com destino à Pequim serão reacomodados em outros voos.
    Tenho duas passagens que são para minha lua de mel na Espanha e gostaria de voar, pois as passagens já foram pagas e dificilmente conseguirei outras com tarifas semelhantes.
    Pergunto o que fazer? Quais são meus direitos? Não quero reembolso, desejo voar!
    Grande abraço. Mais uma vez parabéns pelo site!

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    Rodrigo Purisch respondeu:

    Gustavo,

    Obrigado pela dica. Vai virar post.

    Brigue e peça acomodação em outro vôo. Pelo nosso código não é ela que escolhe se vai ser reembolso ou recolocação.Ela fez um acordo com a TAM recentemente e devem te colocar num vôo TAM! Se negarem, vai num tribunal de pequenas causas e entre contra ela.
    Depois conta o que conseguiu!

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  11. Rodrigo Purisch says:

    Zepelim,
    Vou ver se é possível fazer essa modificação. Esse alerta é gerado por um plug in do WordPress. Foi introduzido porque alguns sites/blogs pegam o RSS e postam como se fosse texto deles na maior cara de pau. Não é 1 ou 2 são vários e naõ é só meu blog não. A coisa é automatizada e o cara fica esperando só ganhar no adsense. Mas entenda que essas modificações envolvem algum conhecimento técnico que muitas vezes não o tenho.
    Um abraço e obrigado pela sugestão

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  12. Rodrigo Purisch says:

    Ewalker,

    Em muitos textos aqui no Aquela Passagem deixamos claros que milhas não podem ser encaradas como créditos de conta corrente que você voa quando quiser e que as passagens emitidas com milhas tem uma série de restrições. Mas as empresas em geral e hoje até muitos sites e mídia vendem outra imagem.

    Voar Tam para fora da Am. do Sul não é simples e reque emissão com cerca de 6 meses de antecedência para conseguir assento. Se for voar num das cias associadas a coisa complica mais ainda. Muito associado para pouco assento. Nos vôos para a Am do Sul não há restrição de assentos, mas nos para fora existe um número reduzido por vôo.

    Sabendo dessas restrições e podendo programar algo com antecedência ou mesmo para proveitar uma oferta de última hora, os programas de milhagem podem ser ser uns facilitadores. Mas não são essa maravilha que muitos pensam. Leia mais no link milhas aqui no blog.

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