Uma Viagem e Quatro B767, Continental, United e Tam

2 de January de 2012 | Por | 40 Comentários More

Durante uma viagem recente, acabei podendo fazer 4 vôos de média/longa duração em classe Econômica no mesmo modelo de aeronave, o Boeing 767 (B767), mas com serviços e configurações internas bastante diferentes. Acabei voando duas vezes com a Continental, uma vez com a United e uma vez com a Tam.

O Boeing 767 fez muito sucesso e muitas cias aéreas investiram em remodelações internas visando prolongar a vida das suas aeronaves e ao mesmo tempo oferecer conforto mais próximo do oferecido nas aeronaves mais recentes. Lan e Air Canada são exemplos de cias investiram muito em seus B767 e que hoje oferecem um conforto muito semelhantes aos dos modelos mais recentes.

É muito comum encontrar B767 em vôos no stop Brasil/EUA (principalmente partindo de outras cidades que São Paulo), já que muitas cias aéreas que atuam na ligação Brasil/EUA preferem usar suas aeronaves mais novas em outros mercados ou apenas em alguns vôos de/para São Paulo.

Uma das coisas que mais agradam os passageiros de B767 é que a maioria das cias optou por uma configuração de poltronas do tipo 2+3+2, muito mais confortável que a 3+4+3 usadas por algumas cias nos B777 (aeronaves maiores e usadas em rotas mais rentáveis e com maior demanda).

Apesar de voar no mesmo modelo de aeronave, posso dizer que foram experiências distintas.

B767 da Continental

Voei o trecho São Paulo/Houston e posteriormente o trecho Houston/Honolulu nesta aeronave da Continental. Apesar de serem operados em aeronaves com configurações internas muito semelhantes, o primeiro foi um B767-200 em um vôo internacional e o segundo foi um B767-300 em um vôo doméstico.

Fiz apenas o check in em São Paulo. Os balcões de check in naquele dia faziam o processo tanto para o vôo para Houston como para Newark (Nova Iorque), assim o processo pode levar a grandes filas e é bom ter paciência. A Continental dá acesso prioritário ao embarque (depois de uma série de portadores de cartões variados e pagantes de serviços opcionais) e ao check in de famílias com crianças pequenas. No Brasil, disseram-me que a prioridade era dada para crianças abaixo de 2 anos, mas nos EUA, era usado o critério de 4 anos ou menos.

Ambas as aeronaves da Continental estavam em bom estado de conservação apesar da idade e já tinham os modelos novos de bagageiros internos compatíveis com os gabaritos atuais de bagagem de mão. Isso facilita a vida, principalmente do americano que paga por despacho de bagagem de porão e que por isso tende a usar o máximo da sua franquia de bagagem de mão.

As cadeiras possuíam apoios laterais de cabeça (que muito me agradam), espaço para as pernas dentro da média e um sistema individual de entretenimento da década passada, ou seja, telas de baixa definição e programação fixa que se repetia de tempos em tempos.

Foram oferecidas mantas e travesseiros em todos os assentos, inclusive na rota doméstica. Para efeito de comparação, a American cobra por mantas e travesseiros em vôos domésticos. Para quem tem status elite na Star Alliance é possível tentar reservar as primeiras fileiras de assentos da classe econômica que contam com um maior espaço para as pernas (seguindo a linha da velha conhecida Economy Plus da United) sem pagar nada por isso. Se você não tiver status elite, o acesso a esses assentos é só por meio de pagamento.

Os comissários seguem o padrão americano já conhecido pela maioria, mas me pareceram mais um pouco amigáveis e de média etária um pouco mais jovem que seus novos parceiros da United, por exemplo. Nenhum destaque ou crítica maior, mesmo porque a expectativa de quem viaja em cias americanas com frequência já é baixa.

Jantar

Café da Manhã Infantil

O serviço de bordo oferecido no vôo São Paulo para Houston foi um jantar e posteriormente um café da manhã. Comida de avião com C maiúsculo! Havia opção de comida para crianças quando da marcação dos assentos no site e ela foi entregue conforme a solicitação (ponto para a cia aérea). Bebidas alcoólicas pagas a parte.

Já na rota Houston/Honolulu, um vôo de 8 horas e lotado, somente as bebidas não alcoólicas eram de graça. O restante era tudo pago a parte, inclusive os mesmos fones de ouvido que no trecho internacional eram oferecidos como cortesia. Assim, se você não trouxe os seus, guarde os dados no trecho internacional. Os americanos estão bem acostumados a isso e uma parte opta por adquirir snacks ou sanduíches vendidos pelos comissários e listados na revista de bordo (aceitam somente cartões como forma de pagamento) e outros embarcam com seus próprios lanches.

Conclusão: Apesar do sistema de entretenimento ultrapassado, os vôos correram dentro do esperado sem grandes destaques positivos ou negativos. Todos dentro do horário. Destaque para o bom e funcional aeroporto de Houston, hub da cia aérea. Pena que não conseguimos escapar de uma longa fila na imigração.

B767 da United

Voei de United no trecho Honolulu/Los Angeles em um vôo doméstico de cerca de 5:30h.

Antes de finalizar meu o check in no aeroporto de Honolulu no balcão (o qual já tinha iniciado pela Internet) passei pelo teste da balança no início da fila. Todas as malas são pesadas e caso o passageiro já não tenha pago pelo despacho da mala ou apresente excesso de peso ou tamanho, ele é enviado para pagar a taxa antes do check in. Como aquele vôo fazia parte de uma passagem de/para o Brasil, éramos isentos do pagamento de taxas de despacho de bagagem, tendo apenas que se preocupar com o peso e tamanho. Depois da pesagem, o check in correu sem problemas.

No embarque, como na Continental, também foi dado prioridade às famílias com crianças menores de 4 anos.

O B767 usado pela United também estava bem mantido apesar da idade, porém não possuía o modelo mais novo de bagageiros. Esse modelo antigo não comporta que se coloquem malas de mão com dimensões próximas do limite permitido na transversal do mesmo. Além disso, possui bagageiros ainda menores sobre as fileiras do meio. Resultado? Vôo lotado com um monte de gente usando o máximo de sua franquia de mão para não pagar por despacho de malas e tentando achar um lugarzinho para encaixar sua mala (tendo de contar com a paciência e cooperação dos colegas de vôo). Esse fato fez o embarque demorar mais que o habitual. Nessa hora entendi toda a ênfase dada na sala de embarque para que os passageiros pesassem e medissem suas malas de mão…

Os assentos eram semelhantes aos da Continental com apoio de cabeça regulável e com o mesmo sistema de entretenimento ultrapassado, mas em alguns assentos existiam fones de ouvido a disposição. Foram também disponibilizadas mantas e travesseiros aos passageiros.

O serviço de bordo gratuito limitou-se às bebidas não alcoólicas. O restante, e que parecia receber mais atenção por parte dos comissários, era o serviço de bordo pago que incluía snacks e sanduíches semelhantes aos da Continental (lembrando que a marca Continental deve sumir agora que United e ela formam a nova United).

Os comissários eram menos afeitos a sorrisos e gestos de gentileza que os da Continental, mas nada fora do comum para quem está acostumado com o padrão americano vigente nas grades cias deles. Como disse, já embarco em cia americana com expectativas bem baixas.

O vôo transcorreu sem problemas e cumpriu o horário programado.

B767 da TAM

Este sem dúvida é o avião mais criticado da Tam. São 3 deles e usados na rota Miami/Belo Horizonte, Brasília, Manaus e Rio de Janeiro. São aviões velhos que já voaram na Alitalia e Varig e que passaram por uma reforma básica de interior antes de serem entregues à Tam. Até aonde sei, eles foram alugados pela própria Boeing a Tam, provisoriamente, enquanto os B777 novos não fossem entregues a Tam. A programação inicial era de que após a entrega da encomenda da Tam de B777, os B767 seriam devolvidos a Boeing para então serem transformados em cargueiros para a Fedex. Mas veio a crise nos EUA e Europa e a proposta dos cargueiros parece que ficou para um momento posterior. Como eles acabaram sendo úteis para a Tam no processo de expansão de suas rotas foram ficando, ficando…

O grande motivo da crítica a essas aeronaves é que as mesmas não estão à mesma altura das demais aeronaves usada pela Tam em seus vôos de médio/longo curso. Muitas vezes, os preços das passagens nas rotas aonde os B767 são usados não refletem essa defasagem das aeronaves (aproveitam-se da pouca disponibilidade de vôos diretos fora de São Paulo) e muitos consumidores acabam embarcando com expectativas mais elevadas baseadas em viagens anteriores com a Tam ou com a imagem que ela divulga sobre seus serviços. Assim, muitos se acabam tendo suas expectativas frustradas ao voar nessas aeronaves.

No meu caso, acabei escolhendo essa aeronave por falta de opção mesmo (emiti minha passagem com milhas e não consegui nenhuma opção de vôo Tam partindo dos EUA para o Brasil em outra aeronave) e já imaginava o que estava levando. Por isso, talvez não tenha tido minhas expectativas frustradas e sim acabei até levando bem o vôo.

O meu vôo teve o horário de partida alterado depois da emissão (agora parte mais cedo às 10:45, te obrigando a acordar mais cedo para voar) a fim de que a Tam passasse a oferecer a possibilidade de voar nele até Belo Horizonte (alfândega e loja duty free em BH) e depois pegar uma conexão nacional para Congonhas para quem tem destino São Paulo.

O B767 da Tam, apesar dos assentos revestidos com tecidos novos, já sente bem os anos de trabalho. Possui bagageiros do modelo antigo, semelhante ao do B767 da United citado acima, que também fizeram os passageiros gastar um tempo maior na acomodação da boa bagagem de mão trazida pelos brasileiros em vôos internacionais, principalmente dos EUA.

O que me chamou a atenção foi o fato de que algumas portas desses bagageiros (pelo menos duas visíveis ao meus olhos) abriram-se durante a decolagem e pouso, fato que gera questionamentos pelo risco à segurança. Por mais que os bagageiros estivessem cheios, eles acabaram fechando suas portas dando a impressão de que estavam realmente trancados, o que não se revelou uma verdade durante o pouso e decolagem. Para completar, minha mesa estava com um dos seus braços quebrados, fazendo com que ficasse inclinada. Essas falhas por mais que não tenham nenhuma relação com o padrão de manutenção imposto às demais peças mecânicas da aeronave, acabam levantando dúvidas sobre o estado geral da aeronave, mesmo que sejam infundadas. Seria melhor fazer de pronto esses pequenos reparos e evitar de vez qualquer tipo de extrapolação por parte do consumidor, que muitas vezes não tem conhecimento suficiente para separar as coisas como gostaria a própria cia aérea.

Os assentos inclinavam-se mais que os assentos da United e Continental. Talvez uma forma de compensar a falta de apoio de cabeça regulável e de sistema de entretenimento individual (era usado o velho sistema de televisores fixados no teto e do telão nas fileiras da frente).

Foi oferecido um kit de amenidades com escova de dentes, pasta de dente, pente, meia, tapa-olhos e tampão de ouvidos (nem sinal de nada parecido na United ou Continental e coisa cada vez mais rara na classe econômica), além de travesseiros e cobertores em todos os assentos.

O serviço de bordo consistiu de um almoço e um lanche acompanhado de bebidas não alcoólicas, cerveja e vinho sem custo. A refeição tinha opção de uma Paelha (até gostosa dentro dos limites impostos a uma “comida de avião”) e de um macarrão (bem mais fraco e ácido). Salada básica e uma musse de maracujá completavam a refeição. Já o lanche, consistia de um pão com queijo e presunto até bem recheado de gosto bem agradável.

Os comissários, como era esperado, ofereciam um serviço correto, porém muito acelerado, e com simpatia superior aos seus congêneres americanos, mas que não fugia ao padrão conhecido nos vôos nacionais e tão pouco se aproximava ao oferecido pelas grandes cias tidas como 5 estrelas.

Conclusão

Apesar da manutenção do interior da aeronave chamar a atenção e da falta de sistema de entretenimento individual (se viajar com crianças, traga o seu, principalmente em um vôo diurno como foi o meu) a presença de um assento que reclina um pouco mais, o serviço de bordo superior ao prestado por cias americanas e a possibilidade de voar diretamente para sua cidade (no caso de morar em Brasília, Belo Horizonte, Manaus e Rio de Janeiro) compensam parcialmente as falhas desses velhos B767. Isso tendo em mente que o descuido visto na manutenção interna não reflete a manutenção do restante da aeronave, como se espera de uma cia como a Tam.

Mas na minha opinião, os vôos operados com essa aeronave deveriam ter preços que reflitam as defasagens dessas aeronaves e que os consumidores sejam informados por seus agentes de turismo ou no site de que os padrões Tam de conforto não são totalmente atingidos nos mesmos. Isso impede que se crie um grupo de consumidores insatisfeitos puramente por terem embarcado com expectativas altas criadas pela própria Tam em suas ações de marketing voltada a seus consumidores.

Podendo comparar os serviços oferecido pela Tam na rota Brasil/EUA com alguns de seus concorrentes (já voei Lan, Copa, American, United e Continental para os EUA nos últimos 4 anos), a Tam se destaca-se pelo nível de serviço de bordo oferecido quando comparada às cias americanas e a Copa. Apesar da comida oferecida pela Lan ser inferior ao da Tam em termos de gosto, a Lan me parece mais atenta aos detalhes, coisa que a Tam não parece se incomodar muito.

Já quando a Tam enfrenta a concorrência européia e oriental, os defeitos ficam mais aparentes. Vou tratar disso em outros textos sobre minha viagem a Ásia voando Tam (A330 e B777) até a Europa.

A Pergunta

Se prefiro voar até Miami de Copa em um B737 em um vôo com conexão no Panamá ou em um vôo direto na Tam em um B767 pelo mesmo preço e em horários semelhantes? Prefiro o B767 da Tam, principalmente por ser um vôo direto e mais curto, mas desde que ambos tenham padrões de manutenção semelhante.

Mas no passado recente, a Copa tem sido muito mais generosa em termos de promoções.

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Category: Trip Report

Comentários (40)

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  1. Fabio says:

    Já fui no T7 da TAM 2X para SCL e prefiro ele a qualquer 767 que já tenha voado na minha vida .

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    Thomas Hisamura respondeu:

    O T7 que vai pra Santiago é o mesmo que opera pra Londres e Frankfurt, durante o dia. Sou muito mais os 767 da LAN, é muito nítida a diferença de espaço lateral.

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  2. Fabio says:

    No da LAN nunca voei , mas os das americanas são todos umas desgraças de aperto . Muito piores que o T7 .

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  3. LOM says:

    Realmente, os B767 da TAM estão pessimos ! Fiz BSB-MIA-BSB ( PT-MSQ / PT-MSU) em março/11 e foi simplesmente horrivel. Batia tudo por dentro, bagageiros abriram na decolagem e no pouso, tanto na ida como na volta. Na ida, fui na 21K, saida de emergencia, um frio que até a aeromoça achou absurdo, entretenimento pessimo. Na volta vim na executiva, q me arrependi, pois nao vale o preço em relação ao oferecido, mesmo porque o voo era diurno. Assentos cansados, não reclinam 180º e sem entrtenimento individual. Não recomendo. Em novembro/11 fiz BSB-MCO via GRU e como citado anteriormente na ida a NAVE ( PT-MVU ) ano 2011, estava impecável, telas individuais touch grandes, camera pra ver o voo em 2 angulos, poltronas confortaveis e bem equipadas 18H , ja na volta uma sucata ( PT-MVC) ano 1998, que deixou muito a desejar se não fosse pela opção do assento conforto 16A teria sido muito pior. Esta na hora da TAM dar uma renovada nessas velharias !

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    Bernardo Cretton respondeu:

    Bem observado, LOM! Parece (e cada vez confirmo mais isso) que a TAM só utiliza bons equipamentos nos voos de/para JFK (de GIG e GRU). Não sei com relação à Europa, pois nunca voei em nenhuma rota da TAM pra lá (Frankfurt, Madri, Paris, Londres ou Milão). Em novembro vou fazer GIG-JFK (via GRU, voo diurno) e JFK-GIG (direto, voo noturno) na executiva, que comprei num preço ótimo (tarifa CLASSIC). Vou tentar bater fotos e, se o Rodrigo permitir, posto aqui.

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  4. Antonio Ceccon says:

    Realmente acho que somos micados, viajo de aviao há muitos anos e tenho percebido que a qualidade tem caido, uns justificam o 11 de setembro outros a crise internacional. Se existe crise porque os aviões sempre estão lotados e as passagens tão caras? acho que nada justifica o descuido das aeronaves e abaixa qualidade do serviço de bordo. Viajei em trechos longos pela Webjet pagando pouco, resultado avioes como os da TAM, serviço de bordo precário, mas se analisarmos o custoxbeneficio valeu pois fui para POA por R$ 120 ida e volta, pela TAM com excessão do pao no saquinho e meio copo de refri sairiam por R$ 800 na tarifa promocional. Agora quando a história é MIA, a um custo de R$ 3,800,00 ida e volta em um aviao tipo B767 super velho sem qualquer conforto é uma vergonha, o melhor é ir de LAN fazendo a conexao em Santiago, aumentando 4 horas na jornada,mas o custo é de R$ 1,800,00 ida e volta, com direito a entretenimento individual nos B767, atendimento de altissima qualidade da tripulação, boa carta de vinho, copos de vidro e talheres de inox, refeições de bom nivel, qualidade e quantidade. A TAM deveria ter vergonha pois vendem a preço de ouro um serviço de baixa quailidade, aqui estou falando dos 767 para os EUA, mas a mesma coisa acontece nos A330 para Europa, parece que coisa de viagem de onibus para o Paraguai, serviço vergonhoso, timido e mediocre, o melhor e levar a “maumita” e pedir desconto na passagem, sem contar o sistema de filmes que parecem terem comprado de locadora pirata, todos muito antigos. Saudades da VARIG, que tinham o padrao da LAN. Seria injustiça fazer esta referÊncia aos tripulantes da TAM que são extremamente gentis e cordiais e se a passagem e cara deve ser porcausa deles. Retalho a TAM e faço valer o meu dinheiro, se existe coisa melhor pago para os gringos e a supremacia nacional que sucumba a exploração e seja vendida para quem sabe trabalhar.

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  5. Juliano says:

    Alguém saberia informar quanto tempo em média a United demora para creditar as milhas após realizar o check-in? Precisarei comprar um trecho interno e se não demorar muito para receber as milhas, irei esperar para trocá-las…

    Responder

  6. Patricia says:

    Rodrigo, estou planejando uma viagem em familia para a Asia, mas nao sei bem como funcionam as tarifas da One World e Star Alliance. Tentei pelos sites, mas tb me pareceram confusos.
    Vc teria alguma dica para me dar ? Algum tel deles para informacoes ?
    Eu consegui o 0800-761-1114 da Usairways (Star Alliance), mas ainda nao consegui falar. Da One World nao achei nenhum num 0800…
    Agradeço antecipadanebte qq informacao que possa me ajudar !

    Patricia

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    Rodrigo Purisch respondeu:

    Você está procurando tarifas Round the World ou passes dessas alianças? Ou passagem independente da cia aérea?

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  7. Silvia says:

    Ola Rodrigo, estou para fazer uma viagem ao EUA entrando por Miami e saindo por NY, porem de Orlando a NY estou em duvida se compro o trecho junto(mais caro) ou opto por comprar separado, ainda que aqui do Brasil.Qual sua dica?????

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    Rodrigo Purisch respondeu:

    Silvia,
    O problema de comprar em separado é a franquia de bagagem. Mas fique atenta que alguém pode te oferecer uma passagem que não faz parte da passagem original e ai essa franquia não vale.

    Já fiz isso várias vezes. Compro uma passagem por lá mesmo, mas fico sempre de olho no preço final, já que as cias americanas cobram pelo despacho de malas (exceto a Southwest) e o preço é diferente de cia para cia. De qualquer forma a franquia interna será normalmente de 24kg por mala (eles pesam e cobram direitinho) mesmo pagando pelo despacho e do vôo para o Brasil será de 32kg por mala normalmente.
    Olhe na Jetblue (acho que dão a primeira mala grátis), Southwest que permite o despacho de duas sem cobrar e nas demais cias tradicionais. Fuja da Spririt (ela cobra até bagagem de mão).

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  8. Daniel Oliveira says:

    Todos os comentários estão excelentes! Principalmente o que diz: “O problema é que o Galeão está infestado deles rs rs sr
    Já voei em todos que saem daqui e são todos uns lixos. Seja Delta , AA , Continental , TAM , US Airways , tanto faz.” Mas se for comparar mesmo o piior é o da US Airways,(GIG-JFK, com escala em Charlotte), nossa que coisa velha esse avião que eles mandam aqui para o GIG. Muito desconfortável, não tem nada no avião além das poltronas e um “retroprojetor”. Fora que se quiser OUVIR, porque assistir não tem como(filme de sessão da tarde), tem que comprar o fone, se eu não me engano está $5 ou $10 dolares por fone! A tripulação com o ponto positivo me surpreendeu, fora do padrão norte-americano comissários educados, sorridentes e atenciosos! Dica: Se for comprar passagens pela US Airways sendo destino final fora da Carolina do Norte, selecionar horário de escala a partir das 11:00AM, pois o voo quase sempre chega no horário certo de 7:45AM ou 8:00AM, e na imigração demora muito. Meu voou atrasou, minha escala estava para 9:45am e pousamos por volta das 8:05am. A imigração estava tão cheia que saimos dela as 9:50, disseram que isso é sempre assim. Colocaram 4 pessoas mais eu em um voo das 03:50PM para JFK. Finalmente cheguei em NY as 06:05PM ao invés de 11:25AM. E o modelo do avião da escala foi um A320, estava muito cheio, muitos novaiorquinos nervosos e grossos por não ter como colocar suas bagagens no bagageiro. Engraçado que eles tiram as bagagens dos outros, discutem com os comissários e não querem nem saber de nada só das bagagens deles. Comédia e assustador!

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  9. Leonardo says:

    Comprei passagens de Recife pra Miami, e vou pegar o voo em Manaus… Quando vi que a aeronave que fazia essa rota era um Boeing 767, fui pesquisar, e vi que são aviões fabricados em 1994, eram da Alitalia e um já foi inclusive da Varig… Fiquei um pouco receoso, por serem aviões tão velhos… Enfim, espero que não haja nenhum imprevisto, embora tenha ficado meio preocupado… Que Deus nos leve e nos traga em paz…

    Responder

    Rodrigo Purisch respondeu:

    Finalmente, no ano que vem estão indo embora no futuro próximo. Entra A330 no lugar. Em algumas rotas entra o 767 moderno da Lan que assume a rota (como caso Rio/Miami)

    Responder

  10. Tathiana Barroco says:

    Olá, boa noite! Acabei de comprar minha passagem para JFK pela TAM, e quando entrei no site para ver qual seria o avião, me deparei com o 767! Vou em novembro / 2013… Será que existe a possibilidade deles mudarem o avião ate lá??!

    Beijos

    Responder

  11. Tathiana says:

    Acabei de comprar minha passagem para ovJFK saindo do Galeão e me deparei com essa informação da aeronave 767!
    Vou em novembro, será que existe alguma possibilidade sãs aeronaves serem alteradas?

    Responder

    Rodrigo Purisch respondeu:

    Fique tranquila. Esse 767 é um dos novos que a Tam está recebendo e que já vem no padrão Lan de 767. Na econômica tem boas telas e na Executiva poltrona 180 graus. Depois da compra da Tam pela Lan, a Tam está assumindo os padrões de serviço da Lan.

    Os 767 da Tam citados no texto já não voam mais pela Tam e já foram trocados por A330 e no futuro devem ser operados com 767 novos no mesmo modelo do vôo que você comprou.

    Responder

  12. Rafael says:

    Alguem sabe dizer se o b767 bhz mia ja é a aeronave nova da lan?
    Obrigado

    Responder

    Rodrigo Purisch respondeu:

    Sim, os B767 de hoje na Tam são novos e já padrão LAN e com Executiva com assentos que reclinam 180 graus.

    Responder

  13. Mariana says:

    pessoal, vou voar em Dez/14 (ano novo) de AA, de executiva. A ida é GIG/MIA. A volta é JFK/GIG. Vcs sabem se o 767-300 para esses trechos são muitos velhos, ruins? obg!

    Responder

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