A Gol de todas as formas tenta glamorizar a implantação dos seu serviço de venda a bordo das aeronaves, entenda-se venda de comida.
Já chegou a chamar blogueiros de gastronomia conhecidos como Marcelo Katsuki e os Destemperados para fazer análise dos cardápios oferecidos.
Agora, o press release da Gol comunicando a expansão desse serviço traz uma pérola da comunicação:
“Fomos contatados por muitos clientes que embarcaram em nossas aeronaves e questionaram por que a opção de comprar os produtos não estava disponível em seus voos”, conta Tarcísio Gargioni, vice-presidente de Marketing e Serviços da GOL. “A boa aceitação na primeira fase do projeto piloto e esse tipo de questionamento justificaram a decisão de acelerar a expansão do serviço”.
Mais uma vez digo, não tenho nada contra a venda de serviço de bordo, pois acho que o mercado tem espaço para vários tipos de serviços e propostas. Cabe ao consumidor decidir o que é mais atraente aos seus olhos e ao seu bolso. Mas daí a querer falar que isso é uma maravilha, que o consumidor está ávido por isso ou que a comida é semelhante aos dos melhores bistrôs é querer criar uma falácia.
Quer vender, que venda por um preço honesto e com a melhor qualidade possível dentro das limitações que todas as aeronaves tem. Quer vender serviço de bordo e continuar com o consumidor ao seu lado? Vai ter que oferecer serviço e preços melhores que os da concorrência!














Por falar em preços, alguns trechos da Azul estão com os preços nas alturas, devem estar focando no mercado de negócios…
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A partir do momento que a cobrança do serviço de bordo for implantada em todas as rotas, o preço tem que cair, óbvio!
Desconfio muito se isso vai acontecer, afinal de contas, a GOL já é “LOW COST/LOW FARE”… Não considero avião restaurante, apenas acho que trecho acima de 3/4 horas de vôo devem ter pelo menos uma comida pra tapar a fome. Já trabalhei na elaboração de serviço de bordo. Na época minha proposta era manhã (3h até 10h) café da manhã, tarde (12-15h almoço em rotas acima de 3 horas) e noite (19h-22h jantar nas rotas acima de 3 horas). Fora desse período, nada ou um simples sanduíche frio, barra de cereal, etc.
Quanto a compra, eu particularmente não comprei nada e vi poucas pessoas comprando algo (dá pra contar nos dedos). Outra coisa muito obscura é que eles vendem água e refrigerante e depois os comissários os servem gratuitamente pra você, ou seja, tem gente do meu lado pagando por algo gratuíto.
Nesse sentido, eu percebi que a vermelhinha sumiu com os amendoins que tava servindo por ai pra servir sanduíche e até almoço.
Abraço,
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Rodrigo,
Duro que essa história vai acabar como a máfia da pipoca no cinema – ok, vc paga se quiser, mas tb não pode entrar com comida alheia no estabelecimento (é ilegal, mas vc arranja uma boa discussão se quiser fazer valer seus direitos).
Nas cias americanas, a “distribuição” de comida e bebida paga parece feira – e meu medo é os comissários manipulando dinheiro e colocando a mão no seu sanduíche de 10 reais, que pode ser comprado por 1,99 fora.
Sobre os pratos assinados, começa sempre assim e termina na barra de cereal, frango ou massa…
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Marcos Valença respondeu:
Outubro 20th, 2009 as 9:42
Adolfo, por favor, que multiplex proibe a entrada com comida de fora? Aqui em Recife entra-se sem problemas com qualquer lanche, menos latas, nas redes UCI/ Ribeiro, Kinoplex, Box Cinemas e redes menores.
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Adolfo respondeu:
Outubro 20th, 2009 as 14:24
Sorte a sua, Marcos. Aqui em São Paulo, em algumas salas do Cinemark, vc só falta chamar a polícia para valer seu direito.
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Queremos comprar! Que absurdo! Quando é com tarifa promocional, ainda que vá lá, mas com tarifa cheia, é um absurdo. Que saudade dos velhos temopos, com poltronas decentes, pouca fila no check in, e sem cobranças por isto e aquilo.
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Acabei de voltar de uma viagem de Santiago com a GOL e a viagem foi péssima, passei fome. Deram apenas um sanduíche em cada escala (SP e BsAs), que diga-se de passagem, estava gelado e molhado. Para um voo internacional, achei o serviço péssimo e ainda cheguei no Chile de madrugada e não tinha nada aberto. Enquanto um amigo fez o mesmo trecho com jantar pela TAM. Ano passado, quando a Varig ainda estava voando, o trecho até Buenos Aires tinha jantar, com salada, prato principal e sobremesa. E o pior, é que os preços são praticamente os mesmos…ano passado e hoje.
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Vinícius respondeu:
Outubro 16th, 2009 as 22:55
Pois é… A TAM bate de 10×0 a GOL no trecho internacional e com uma diferença de preço muito pequena. Fiquei impressionado em rota pela américa do sul com vinho, massa, carne, serviço completo, que me lembro a VARIG… Como eu digo, avião não é restaurante, mas, em viagens um pouco mais longas, é necessário algo pra comer.
Abraços
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Cristiana respondeu:
Outubro 16th, 2009 as 22:58
Pois é Vinícius, eu só viajo de Gol pq tenho muitas milhas no smiles. Sem condições de pagar caro e ainda passar fome. É um absurdo!
Abs.
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Vinícius respondeu:
Outubro 16th, 2009 as 23:07
Que bom Cristiana, como se diz aqui, milhas não é poupança e num programa que vira de cabeça pra baixo como Smiles, é melhor consumir elas mesmo
Mas, “Já Que Você Pediu, Ela Estende o Serviço de Venda a Bordo”, vamos ver até onde vai essa idéia, eu particularmente acho que não temos essa cultura de pagar por serviço de bordo, mas nada que não pode ser mudado… Não achei os preços deles competitivos… Creio que pra rotas internacionais isso pode piorar a situação da GOL…
pois é que saudade dos tempos onde os voos para Buenos tinham refeição quente , vinho, etc…
Só espero que não começem a implicar com os lanches que levamos a bordo.
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Vinícius respondeu:
Outubro 17th, 2009 as 21:31
Bom, próximo vôo que tiver essa opção, vou pegar algum sanduíche e ver o tamanho, qualidade e se vale a pena…
É isso!
Abraço,
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eu acho isso um constragimento contra os que viaja sem dinheiro .
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Zirlei respondeu:
Outubro 20th, 2009 as 7:14
Desculpe Roberto, mas ninguém que viaje de avião é tão pobre que não possa pagar por um sanduíche ou qualquer outro cardápio indigesto.
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Emerson Gomes respondeu:
Outubro 20th, 2009 as 23:10
Não poder pagar é bem diferente de não ter dinheiro. Seguramente não irão aceitar cartões de débito ou crédito em vôo…
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Marcos Valença respondeu:
Outubro 20th, 2009 as 23:33
Emerson, a Gol aceita cartões de crédito durante o vôo! Tudo para arrancar mais dinheiro. Pessoalmente, prefiro a postura da Tam.
Olá, Vinícius,
Excelente seus comentários a respeito da “oferta” paga de serviços de bordos. Não concordo com a cobrança extra. Digo extra por se tratar de serviço embutido em valor da passagem aérea (basta ver que as tais barras de cereais que iriam baratear os custos de passagens aéreas não significaram muita diferença de valores ao longo dos tempos entre as duas principais: TAM E GOL. O serviço de bordo da TAM é muito melhor, indiscutivelmente, com preços que muitas vezes se mantém até mais baixos, dependendo do trecho e período de vôo.
Imagino se um dia a ‘graça’ pegar e tivermos que pagar para ficar em hotéis umas taxas extras: ‘olhe, senhor, o quarto e a segurança estão inclusos no preço da diária, mas se o snhor quiser lençol de cama, o valor é tal; lençol para se cobrir tem um adicional de X; pretende tomar quantos banhos? Quentes ou frios? Quer assitir TV? Um ou mais canais?
Consumidores tem que dar um basta nestes abusos – já permitimos muito com as constantes reduções de ‘franquias’ de bagagens – daqui a pouco só podemos viajar com a roupa do corpo.
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Vinícius respondeu:
Outubro 20th, 2009 as 13:34
Raelson, obrigado!
Eu concordo que temos que dar um basta a alguns abusos mesmos. Já viu alguns hóteis fazem. Minha tarifa é R$ 100,00 + 10% de algum imposto qualquer e depois mais uma taxa de turismo. Ou seja os 100 vão parar em 115.
A cobrança tem que ser banalizada em trechos, como já citei anteriormente, em três com mais de 3/4 horas de duração. Imagine um vôo de 10 horas onde não existe serviço de bordo e eu tenho que pagar, o negócio se torna um verdadeiro monopólio, igual as empresas de ônibus fazem nas paradas pela estrada (sempre os mesmos lugares), claro que não dá pra ficar parando em todo lugar que alguém desejar, mas falta opção (e qualidade também).
Os preços podem não ser os mais baixos, mas essa idéia de quem viaja de avião é “endinheirado” é um pensamento do século passado… Hoje a avião está se tornando popular, antes era para poucos, hoje tem rota que o avião sai mais barato que o ônibus, logo, só não viaja quem tem algum tipo de medo ou síndrome.
Deixo a dica para aqueles que podem acessar uma sala VIP durante suas viagens, que ali é um lugar para fazer uma boquinha, não espere um banquete.
Abraços
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Ernesto respondeu:
Outubro 21st, 2009 as 0:04
Deve ser lembrado que a taxa de turismo dos hotéis não é obrigatória. Eu sempre peço para não paga-la e sou atendido. Já temos impostos demais no pais.
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Vinícius respondeu:
Outubro 21st, 2009 as 8:33
Ernesto,
Obrigatória não é mesmo. Porém, como muitas coisas que são “opcionais” acabam sendo desconhecida do público, que paga sem saber.
Abraço,
Marcos Valença respondeu:
Outubro 21st, 2009 as 7:46
A taxa de turismo no Brasil é de R$ 1,00 ou R$ 2,00 por dia, não? Muito pior é uma taxa de resort (resort fee) que os resorts americanos estão cobrando, especialmente na Flórida e em Nevada, que chega a US$ 25.00 por dia! Acredito que o Trump Hotel em Las Vegas cobra US$ 20.00 por dia!!
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Tenho uma amiga que é aeromoça da GOL. Segundo ela, todos os comissários estão odiando esse lance de vender lanches a bordo porque a comissão que recebem é humilhante e que os passageiros que não compram se sentem meio constrangidos, não aceitando nem sequer a bebida gratuita. Pelo visto, ninguém está muito satisfeito com essa cobrança. A companhia, por sua vez, tenta passar a imagem de que tudo é uma maravilha e que ampliou os serviços “a pedido”. O negócio é entrar no site e reclamar. Se vai adiantar eu não sei, mas acho importante a companhia saber que há muita gente insatisfeita.
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