Obesos Graves Tem Direito a Dois Assentos: No Canadá
A Suprema Corte Canadense decidiu que os obesos graves e que possuam dificuldades de deslocamento por causa disso têm direito a dois assentos sem ter que pagar por isso em vôos domésticos.
É uma grande vitória dos obesos no Canadá, já que na maioria das cias aéreas pelo mundo, o obeso paga duas passagens ou tem que pagar para voar na executiva.
Será que o ministro Jobim vai brigar por isso também aqui no Brasil?
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Category: Cias Aéreas, Consumidor










olá, rodrigo
venho acompanhando seu blog há algum tempo (rss) e gostaria de te parabenizar e te agradecer, pois já me aproveitei de várias de suas dicas.
aqui fica uma sugestão de post:
você conhece (certamente sim) os leilões de passagens da gol? você poderia falar um pouco deles?
dada a inexistência de promoções, talvez eles sejam a única opção para este fim de ano.
abraços
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Oi, Rodrigo, você sabe se há um RSS dos comentários? É que alguns blogs fornecem o feed dos comentários, é muito bom para saber do conteúdo do blog que circula entre os comentadores.
É isto aí!
Um grande abraço, e que Deus lhes abençoe!
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Sinceramente… é um absurdo!
Toda vez que o governo se mete desse jeito, tudo o que faz é aumentar o custo para o consumidor. Com isso, sobe o custo médio do assento para a companhia aérea.
Em um mercado mais competitivo, como no Canadá, talvez parte do aumento no custo não seja repassado ao consumidor. No Brasil, com esse duopólio terrível que temos, é lógico que o consumidor não-gordo pagaria para que o gordo viaje mais folgado. Convenhamos, não é justo. O justo, em geral, é que que se beneficie do serviço seja aquele que paga por ele. Aqui ou no Canadá.
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Edna,
Conheço sim, mas nunca o analisei mais profundamente. parece ser mais interessante para grupos. Podemos fazer uma enquete aqui no blog.
Hotmar,
vou colocar um link no template. O endereço é http://www.aquelapassagem.com.br/comments/feed
Rafael,
Acho que temos que pensar que estamos falando de portadores de uma patologia (obesidade grave e não um gordinho qualquer). Uma sociedade mais justa permite que se inclua na sociedade pessoas portadoras de necessidade especiais.
Acredito também que toda vez que se cria um custo para um ente privado, quem criou aquele custo deve criar também uma forma de compensar aquele que assume o custo (o que não acontece no Brasil). Isso deve entrar em discussão lá no Canadá.
Não podemos esquecer que muitos vôos partem com várias cadeiras vazias e essas podem ser aproveitadas para o transporte desses portadores.
Vamos esperar a regulamentação que deve seguir esse direito alcançado pelos cidadãos no Canadá. Como todo direito, ele deve ter um limite.
Finalizando, o momento em que vivemos mostrou que o mercado sozinho não sabe se auto-regular. Se dependesse só dele, no futuro estariamos voando em pé ou em cadeiras muito mais apertadas que as atuais. Ficou claro que em algum momento o poder público tem que introduzir limites.
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