Promoção Sempre Vale a Pena? Um Pequeno Manual Para Não se Arrepender Depois

| 1 de Setembro de 2010 | 52 Comments More
Foto: AntwerpR sobre licença Creative Commons

Foto: AntwerpR sobre licença Creative Commons

Já disse mais de uma vez que, ao meu ver, promoções de passagens aéreas são muito mais umas jogadas de marketing visando expor a imagem da cia aérea de graça na mídia e/ou fortalecer a mesma junto aos possíveis consumidores do que sinônimo de passagem barata para todo mundo, como muitos ainda querem crer.

Uma pequena parcela de consumidores realmente consegue ser beneficiada nessas ações promocionais, já que apenas uma fração, normalmente não divulgada, das passagens disponíveis para venda naquele momento estarão disponíveis para serem adquiridas pelo preço promocional anunciado. E mesmo assim, essa pequena fração está associada normalmente a uma série de restrições de uso. Não tem nada de semelhante com uma promoção de supermercado onde todo mundo compra pelo preço promocional até o final do estoque ou a data de encerramento da promoção.

Como toda jogada de marketing, ela atua no emocional despertando o desejo de compra do consumidor. Aí é que temos que tomar cuidado. Vou listar alguns cuidados, muitas vezes negligenciados, que temos que ter ao aventar a possibilidade de comprar uma passagem em uma dessas promoções.

Leia as regras das passagens

Passagens promocionais são geralmente associadas a regras mais rígidas e multas associadas a  cancelamentos, mudanças de datas e reembolso total ou parcial. Tem dúvidas quanto às regras, procure um agente de turismo ou peça informações no call center. Tem multa que pode custar quase o preço da passagem. O barato agora, pode sair caro depois!

Tanto na pesquisa de público que fizemos como baseado em vários comentários no blog, fica claro para mim que muitos não querem saber das regras até quando algo dá errado. Nessa hora, tudo é culpa da cia área… Apontar o dedo para si mesmo é muito mais difícil que apontar para o outro. Não caia nessa armadilha, conheça profundamente o que está comprando ou peça auxílio a quem entende do assunto!

Leve em consideração tempo da viagem e pontos de conexão ao decidir pela passagem

Por exemplo, existem várias rotas para se ir do Brasil aos EUA. Uma passagem em vôo direto, sem paradas e que consome menos tempo de deslocamento entre dois pontos tende a sair mais cara que uma que tem conexões. Na teoria, ela deveria ser mais barata, pois gasta menos combustível e libera a equipe de vôo mais cedo, permitindo que a aeronave seja usada para outra viagem em seguida, mas na realidade ocorre o contrário por diversas razões.

Uma viagem com um menor número de conexões e menor tempo de vôo tende a ser menos cansativa, menos propensa a contratempos (perda de conexões, malas, necessidade de vistos…) e pode sair até mais em conta no final, apesar do preço inicialmente mais alto. Algumas conexões podem vir associadas com custos extras como deslocamento entre aeroportos, uma noite de hotel a mais, refeições no ponto intermediário e um dia a menos para aproveitar o destino final de sua viagem. Portanto, as cias aéreas seguem uma lógica própria para definir os preços de uma passagem e você tem que analisar sobre sua lógica pessoal quando um preço mais em conta é ou não é realmente favorável a você.

Procure conhecer os serviços da cia área, história de manutenção e sua situação financeira antes de comprar uma passagem

Eu sei que isso nem sempre é fácil, mas na dúvida em relação a cias aéreas menos conhecidas ou mesmo sobre serviços de cias aéreas mais estabelecidas, uma busca no Google em português e inglês (use termos como reclamação, pontualidade, greve, complain, strike…) faz milagres. Sites como o Skytrax trazem a avaliação das principais cias aéreas.

Procure conhecer inclusive qual aeronave voa o trecho que você deseja, já que muitas cias operam tipos diferentes de aeronaves na mesma rota, sendo que algumas podem contar com assentos e sistema de entretenimento mais avançados do que outras. Um pulo no SeatGuru pode ajudar nessa informação (busca por rota).

Portanto, nem sempre o menor preço em uma rota significa que se trata da melhor escolha ou da melhor promoção no sentido de algo vendido por uma relação custo/benefício mais favorável. Uma passagem inicialmente um pouco mais cara, em uma outra cia que preste  um serviço sensivelmente  melhor, pode se mostrar uma oportunidade de compra muito mais interessante que a da passagem com menor preço.

Algumas vezes (nunca generalize isso, pois está longe de ser uma verdade absoluta!), passagens mais em conta são oferecidas por cias aéreas que optam por concorrer em preço por não conseguir prestar um serviço na média das concorrentes em termos de serviço de bordo ou conforto de aeronave ou frequência de vôos. Promoções podem ser também uma forma encontrada por cias aéreas que passam por alguma dificuldade financeira ou operacional de fazer caixa ou atenuar efeitos de uma imagem arranhada por inconsistência de serviços recentes. Assim, é importante saber o que está se comprando para não ter decepções resultantes de expectativas infundadas. Comprar uma passagem na Ryanair pensando que vai ter um serviço de bordo e conforto padrão Singapore é se enganar e uma receita certeira para se  frustrar com a compra feita.

Não se deixe levar pela emoção! Analise, nem que superficialmente, o todo relacionado à viagem antes de comprar uma passagem

Antes de tudo, não permita que apenas a visualização da palavra promoção faça você perder a noção do que você realmente precisa e do todo que envolve uma viagem. A passagem aérea é uma parte dos custos associados a uma viagem (às vezes, pode ser um dos mais importantes) mas normalmente existem vários outros associados com hospedagem, vistos, deslocamentos, seguros de saúde, etc. Assim, não adianta comprar uma super passagem na base da emoção e depois descobrir que os hotéis no destino escolhido estão com preços fora do seu orçamento ou que há uma reduzida disponibilidade de oferta em virtude de algum evento que você não previu antes ou ainda descobrir que a emissão de um possível visto pode sair mais caro que o pensado ou levar mais tempo que o programado.

Alguns ainda compram uma passagem promocional já pensando em ir além do destino daquela passagem, mas esquecem de fazer uma pesquisa para saber o custo de deslocamento até o destino final desejado. Tem gente que esquece de estudar as condições climáticas ou datas festivas no destino desejado nos meses nos quais decidiu viajar. A possibilidade de encontrar um calor insuportável, chuvas torrenciais, possibilidade de furacões, feriados prolongados fechando todo o comércio e locais de visitação, entre outras situações só acabam sendo de conhecimento do futuro passageiro após a compra da passagem. Deste modo, aquela passagem que seria o primeiro passo na concretização de um sonho, passa a ser uma fonte de estresse futuro.

Forme sua própria opinião! Não se deixe levar por publicidade disfarçada ou unicamente pela opinião dos  outros

Aqui o Aquela Passagem tentamos subsidiar com informações os leitores. Evitamos ao máximo fazer escolhas pelos outros pela simples razão de que não queremos e nem podemos ser responsáveis pelas decisões de consumo de nossos leitores nem pelo serviço de terceiros. Mesmo acompanhando o mercado há anos, nunca teremos capacidade de saber tudo, acompanhar tudo ou conhecer o serviço de forma atualizada das principais cias aéreas, muito menos de todas as cias aéreas que oferecem passagens a um clique de seus dedos. Fazer previsões de promoções então, nem pensar! Mesmo assim, todos nós somos influenciados por nossos sentimentos, relações afetivas, comerciais e experiências passadas de consumo (eu nunca neguei que tenho uma relação afetiva com a Singapore), tornando um esforço diário a realização de matérias com o mínimo possível de contaminação por meus conceitos ou pré-conceitos. Mas nem com todo esse esforço, estou isento dessa contaminação! Nos comentários, deixamos intencionalmente que os leitores descrevam suas experiências de consumo a fim de fornecer mais informações e uma diversidade maior de opiniões.

Estimulados pelo sucesso deste blog/site, muitos outros nasceram, mas poucos têm um código ético claro. Muitos deles foram criados exclusivamente como mais um projeto para gerar lucros com visitação e outros visando chamar a atenção de alguma cia aérea e conseguir alguma cortesia. Para conseguir isso, a grande maioria faz posts com conteúdo efusivo, repetindo press releases e seguindo a mesma lógica do apelo emocional intencional com que são criadas as promoções, e com títulos voltados a pescar leitores no Goggle. E quem busca fazer uma boa compra, muitas vezes, é na verdade estimulando claramente ou dissimuladamente a realizar alguma ação (clicar em um link ou dirigir-se um determinado site) que gere lucro ao proprietário do site/blog. A necessidade de gerar renda por meio desses artigos acaba sobrepondo a intenção de informar com qualidade e isenção.  Já o bom e velho hábito de citar fontes das informações nos artigos passa a ser indesejável e dispensável, pois pode desviar os leitores do objetivo central desses sites/blogs, além  de expô-los  ao risco de ensinar o caminho das pedras e quebrar o elo de dependência que eles tanto querem criar. Infelizmente, como disse acima, todos nós somos influenciáveis, mas tem muita gente que se fantasia de especialista e vive a repetir conceitos dos outros como se fossem receitas de bolo aplicáveis a todos. Mas o pior mesmo é que alguns vivem a dar conselhos proféticos sem entender profundamente do que falam.

Não importa se sua fonte de suas informações é o Aquela Passagem (posts ou comentários) ou outros site/blogs ou se ela é graficamente mais elaborada ou que passe uma idéia de coisa mais profissional, leia sempre as matérias e os comentários com o senso crítico ligado e sob a luz de suas necessidades, tolerâncias e exigências pessoais. Só dessa forma você conseguirá descobrir se aquela anunciada promoção é realmente uma super promoção (uma boa promoção que atende tudo o que você queria e precisava de uma passagem aérea)!

Fique atento as taxas e aos custos extras associados diretamente a tarifa aérea. Sempre compare preços cheios (com taxas e serviços já inclusas)!

Hoje existem várias propostas de serviço pelo mundo afora. Mais recentemente entrou na moda cobrar por serviços que anteriormente estavam incluídos no preço das passagens. Pagamento por mala despachada, por marcação de assento, por refeição, por assento com um pouco mais de espaço apenas para as pernas, por bagagem de mão, entre outras cobranças podem ser encontradas por ai facilmente. E ainda se tem que somar as taxas, sendo que em vôos internacionais elas podem variar de cia para cia aérea. Soma-se a isso o fato que algumas cias operarem em aeroportos secundários mais distantes dos grandes centros aumentando o tempo de deslocamento ou o custo do mesmo até o aeroporto.

Não se deixe levar apenas pelo preço da tarifa anunciada. Simule o valor final que você pagará levando em conta suas necessidades (malas, alimentação…) somado as taxas e compare sempre esse preço final com os preços das concorrentes. Se tiver diferença de aeroportos servidos, avalie os custos e tempo de deslocamento.

Quer acumular milhas?  Conheça bem a tarifa que quer comprar e o programa de fidelidade no qual quer acumular!

Muitas passagens promocionais não permitem acúmulo ou permitem apenas um acúmulo parcial das milhas normalmente acumuladas naquela rota. Uma passagem promocional até pode acumular quantidades diferentes em programas de fidelidade diferentes da mesma aliança aérea. Existem tarifas que acumulam milhas normalmente, mas não valem para upgrade de status no programa de fidelidade ou não dão direito ao bônus por classe de serviço (Executiva, Primeira) ou por nível elite do programa de fidelidade. Assim, se as milhas são essenciais para que você se convença a comprar determinada tarifa, procure primeiro informações sobre a classe tarifária da passagem promocional. Depois vá ao programa de fidelidade onde você quer depositar as milhas para procurar se essa tarifa acumula milhas normalmente ou se há alguma restrição. Não deixe esse serviço na mão do seu agente de turismo, a não ser que ele realmente tenha interesse e domínio sobre o tema (neste caso, ele com certeza conhece o Aquela Passagem!). Não esqueça de se inscrever no programa de fidelidade antes de voar (muitos permitem a associação até dentro do avião), já que na maioria das vezes apenas trechos voados após ou durante a associação ao programa de fidelidade aérea valem para acúmulo de milhas ou pontos.

Como digo, uma boa passagem é aquela que agrada o bolso e o coração! Cada consumidor tem que encontrar seu próprio ponto de equilíbrio dessa equação.

Algumas outras dicas para evitar se contrariar com uma compra que inicialmente pareceu um ótimo negócio:

Tem dúvidas sobre datas ou rotas ou está sujeito a alguma mudança de planos devido a antecedência com que quer comprar sua passagem?

Então não compre uma passagem extremamente promocional, pois as multas para ajustar a passagem ao roteiro que você montou depois de comprar a passagem podem transformar aquela pechincha na maior furada. Tente reservar uma passagem com auxílio de um agente de viagens, se a tarifa permitir, ou opte por uma tarifa um pouco mais cara, mas que permita mudanças pagando-se multas e taxas menores. Paga-se mais hoje para ter paz no futuro. Lembre-se ainda que as passagens mais baratas são em número limitado e no caso de tentar alterar a passagem e não existirem assentos disponíveis na classe tarifaria altamente promocional que você comprou (risco alto), além de multas e taxas se paga a diferença de preço até o valor da tarifa mais barata disponível para emissão naquele momento.

Tem um compromisso importante ou vai fazer uma conexão com outra cia aérea em passagem comprada isoladamente? Não pode faltar?

Compre sempre passagens que te permitam cheguem com folga ao destino escolhido. Sugiro 48 horas ou um intervalo de tempo que permita que sejam realizados pelo menos 2 vôos da mesma cia aérea na mesma rota comprada. Nem você, nem a cia aérea são donos do tempo, dos aeroportos ou controlam a ocorrência de imprevistos. Economizar uma noite de hotel pode custar caro depois nesses casos.

Seguindo a mesma lógica, eu sempre tento marcar o trecho de volta da passagem baseando-me nos mesmos critérios. Assim, se por ventura ocorrer algum imprevisto ou vierem a oferece alguma vantagem para quem se dispor a dar seu lugar em caso de overbooking posso ficar tranqüilo que chegarei a tempo de retornar as minhas atividades como planejado.

Quer evitar ou se antecipar às surpresas? Acompanhe sua reserva!

As cias aéreas com uma frequência mais alta que pensamos, mudam sua passagem sem te comunicar. Você acaba descobrindo isso apenas ao chegar no aeroporto. Evite surpresas acompanhando a sua reserva no site da cia aérea ou nos sites específicos para isso dos GDS (Check MyTrip do Amadeus e o Virtually There do Sabre, por exemplo). Lá você confere se houve mudança na hora do vôo, nas conexões e se os vôos continuam confirmados. Descobrindo alguma alteração com antecedência fica mais fácil brigar para mudar ou tentar conseguir alguma compensação.

Tem pouco tempo disponível? Quer ajuda na escolha das melhores opções de vôos e auxílio no caso de algum imprevisto relacionado a sua passagem?

Procure um bom agente de turismo para te auxiliar no processo de compra. Quando digo agente de turismo, digo uma pessoa que entende do que está vendendo, que tem acesso direto (não via terceiros) a um GDS e que domina a ferramenta. Não me refiro a aquele vendedor de passagens apenas, que vende aquilo que paga mais comissão para ele.

Um bom agente te informa das regras, chama atenção para os riscos, te oferece opções de rotas, consegue adicionar trechos não listados nos sites, inclui stopovers (se a tarifa permitir) ou trechos surface, te envia a reserva via email em conjunto com o link para acompanhar a mesma na internet, orienta sobre parcelamentos disponíveis e ainda é co-responsável pela emissão da sua passagem.

Algumas vezes, se paga um pouco mais por isso, mas lembre-se que ele deve ser remunerado pelo conhecimento acumulado e pela consultoria realizada. Esse extra pode valer muito a pena, principalmente em se tratando de passagens internacionais quando seu conhecimento sobre o tema e tempo são curtos.

Os mais iniciados podem fazer isso por conta própria sempre sabendo que são totalmente responsáveis por suas escolhas. Mesmo me considerando um iniciado, sempre que emito minhas passagens, coto as mesmas com um agente de confiança. Não havendo diferença de preço nas cotações, faço a emissão via meu agente.

Escolha bem a forma de pagamento

Um bom cartão de crédito parece ser a melhor alternativa para o pagamento da sua passagem. Além de permitir o acúmulo de milhas/pontos no programa de fidelidade do cartão, pode ainda oferecer possibilidades de parcelamento. Outra vantagem é a possibilidade de acionar o cartão no caso de algum desacordo comercial. Alguns cartões oferecem seguros associados a compra de passagens por meio deles.

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Category: Cias Aéreas, Consumidor, De Passagens Aéreas, Dicas de Viagem, Para um vôo tranquilo, Planejar e Comprar, Programas de Fidelidade Aérea, Promoção

Comments (52)

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  1. Parabéns pelo post Rodrigo! Hiper informativo! Essa semana mesmo eu publiquei uma matéria no Blog Boa Viagem alertando aos consumidores sobre as armadilhas das promoções de última hora. Tem que ficar de olho aberto para não acontecer casos como o da Natália Gastão. O que se vê é cada vez mais a apelação publicitária para atordoar o cliente que busca por preços justos! É interessantíssimo ver como as Cias Aéreas copiam suas promoções entre si!
    Abração!

    Responder

  2. Sergio says:

    Pessoal, já que o assunto é promoção, segue uma dica :

    Fiz um cartão Santander Platinum Dufry, que além dos benefícios de um Platinum te dá 10% de desconto na primeira compra nas lojas do Duty Free aqui no Brasil. Porém eles estão com uma promoção que está dando 10% de desconto em todas as compras até o fim do ano !!! Para quem ainda vai viajar até o fim do ano, boas compras !!!

    Responder

  3. Renata says:

    Prezado Rodrigo,

    seu blog é genial e incomparável.

    Responder

  4. Sergio S. says:

    Ótimo post, Rodrigo, parabéns! Valeu seu esforço e cãimbra nos dedos de tanto digitar… :)
    Abs

    Responder

  5. MLP says:

    “Na teoria, ela deveria ser mais barata, pois gasta menos combustível e libera a equipe de vôo mais cedo, permitindo que a aeronave seja usada para outra viagem em seguida, mas na realidade ocorre o contrário por diversas razões.”
    Pelo contrário. As paradas são para encher o avião. Assim o custo por passageiro pagante fica mais barato. Em uma viagem direta sem escalas a tendencia é não encher o avião. Ai os que pagam tem que cobrir os assentos vazios e a coisa fica mais cara por pagante mesmo.

    Responder

  6. Thiago Medeiros says:

    Post maravilhoso! muito bem explicado, realmente esse blog é show! Sempre ajudando a encontrar as maravilhosas promoções como esclarecendo nossas dúvidas!

    Responder

  7. gilmar says:

    Excelente Rodrigo.

    acrescento que não encontro nos sites que tratam de viagens , etc. a discussão dos custos finais das passagens em voos Low Cost – baixo custo na Europa , por exemplo.
    Tal situação -através de todas os encargos adicionais – ENCARECEM uma passagem aérea em mais de 20%.
    Um item que todos devem ter muito cuidado é com as bagagens…os custos podem representar 30% da passagem aérea.

    Portanto sugiro que as pessoas possam abordar melhor e corretamente tal situação já que poderá haver problemas nos aeroportos ou na porta da aeronave.
    Coisas que nem sempre são clara : 1)peso de bagagem de mão e medidas. Variam de companhias na Europa.
    2) Direito a despachar no porão…
    a forma como descrevem as situações podem nos levar a ter pequenos prejuízos e ficarmos ainda mais nervosos nas férias.
    Abraço
    O que vcs acham?

    Responder

    Rodrigo Purisch respondeu:

    Gilmar,

    Já fizemos uma série sobre bagagens aqui. Pena que as regras mudam numa velocidade que não consigo acompanhar.

    http://www.aquelapassagem.com.br/category/bagagem/page/4/
    http://www.aquelapassagem.com.br/category/bagagem/

    Todo comentário usando um email ainda não aprovado fica retido para moderação. Usando esse mesmo email, os demais comentários serão liberados automaticamente.

    Responder

  8. Marcelo V Silva says:

    Pessoal,

    Existe uma página interessante no IG de ontem sobre como economizar na compra de passagens aéreas:

    http://colunistas.ig.com.br/seudinheiro/2010/08/31/como-economizar-na-compra-de-passagens-aereas/#comment-6760

    Fiz lá um comentario notando a falta de informacoes sobre milhas e falei do Aquela Passagem !
    Marcelo

    Responder

  9. Reinaldo says:

    Tive uma experiência há algum tempo que retrata bem essa situação. Na empolgação, comprei 3 Psg GRU MAD pela QATAR, por U$ 300 cada. Como a data era muito próxima, e eu queria ir a Londres e Paris, além de ter que me deslocar até SP, os outros trechos e as diárias de hotéis ficaram muito caros. O percurso também era muito longo, com conexão demorada no QATAR. O planejamento tornou-se estressante, a família já não estava tão feliz com a viagem e, para culminar, tive um impedimento profissional que impediu a viagem. Ao solicitar o reembolso, recebi apenas o valor das taxas, e tive que requerer à operadora do cartão de crédito a suspensão da compra, cujo processo está em andamento. Ao final, conclui que o molho ficara mais caro que o peixe. Já aproveitei muitas promoções interessantes, como GIG-FOR por R$ 25, GIG-MIA por U$ 400 e 20.000 ptos fidelidade, GIG-JFK por U$ 600 mas, como todo viajante sabe, não se pode ganhar todas. Abcs.

    Responder

    Mauricio Carneiro respondeu:

    Reinaldo, só por curiosidade, se você comprou o bilhete que tinha uma regra de não reembolso, você acha correto solicitar a operadora que suspenda a compra se você clicou que aceitava as normas do bilhete? Entendo que bilhetes tão baratos assim tem condições e que estas condições devem ser obedecidas por ambas as partes, a empresa e o consumidor.

    Responder

    Reinaldo respondeu:

    Mauricio,
    em nenhum momento, durante o processo de compra, fui informado quanto à impossibilidade do reembolso, somente ao solicitá-lo. No e-ticket também não constava nenhuma informação a respeito. Salvo melhor juizo, não se deve pagar por serviço não prestado. Estou apenas buscando meus direitos de consumidor, junto à operadora ou ao PROCON, se necessário.

    Responder

    Manolo respondeu:

    Na minha visão, se o consumidor não quer overbooking, tem de se submeter às regras da passagem, inclusive quando ela diz que é 100% não reembolsável. A empresa me vende a passagem. Pela regra que corretamente proíbe o overbooking, a empresa não pode vender de novo essa minha vaga no vôo. Aí depois venho eu e digo que não vou mais poder viajar e, por isso, quero o dinheiro de volta. Com isso, o assento fica vazio, a companhia deixou de vender um lugar por minha causa e ainda é penalizada. A meu ver, só se ficar provado que a empresa consegui vender aquele meu específico lugar no vôo é que eu deveria ter direito a alguma coisa, e mesmo assim nem tudo, porque a empresa teve gastos administrativos.

    90% das reclamações feitas aqui no AP são procedentes. Mas algumas reclamações são tão exageradas que chegam a diminuir a credibilidade daquelas que efetivamente merecem ser corrigidas. Sou advogado e viajo muito, a trabalho e a lazer. Já perdi as contas de quantas vezes processei e ganhei ações contra companhias aéreas (atrasos na ida ou na volta, perda temporária de bagagem, mudanças de data ou de horário sem prévio aviso – já passei por cada uma…). Atualmente, tenho três ações em curso (duas contra a TAM e uma contra a Gol). Em março já fiz acordo com a TAP e aceitei como indenização uma passagem para qualquer lugar para onde a TAP voe, para ser usada em até 24 meses. Mas tenho de reconhecer uma coisa: é Código de Defesa do Consumidor, não é código de destruição da empresa. Se a gente começar a aloprar naquilo que não tem direito, vai terminar perdendo a razão naquilo em que tem direito, que são a maioria dos casos.

    Com todo respeito a quem pensa diferente, sempre.

    Rodrigo respondeu:

    Manolo, entendo seu argumento, e até concordo. Mas acho que então deveria ser aceito o endosso do bilhete, uma vez que paguei pelo lugar e não vou utiliza-lo, eu deveria poder dar este lugar ou mesmo vender a outra pessoa e isso não ocorre.

    glauber respondeu:

    Manolo, estou num perrengue com a Gol. Fiquei sabendo ontem que me cancelaram um voo que comprei há mais de mês e me jogaram pra outro vôo que não atende as minhas necessidades.

    Via atendimento on line e SAC disseram que se nenhum voo 1 dia antes ou 1 dia depois me servir, que eu poderia solicitar o reemboldo integral.

    porém este reembolso ia me lesar já que agora, em cima da hora, por outra empresa, só conseguirei um voo que me atenda por 6x o valor que eu tinha comprado.

    Propuz que marcassem um bilhete para outra data e destino como forma de me ressarcir mas negaram, alegando que a anac permite o cancelamento de voos.

    Como sugere eu agir pra colocar bem no fundinho do fiofó desta empresa de m….?

    Cansei de ser lesado pela gol. Sinto que chegou a minha vez de exercer a minha cidadania.

    Uma vez fiquei enfiado 2 horas dentro de um avião da gol, que já tinha atrasado um monte, porque eles tentaram juntar as pessoas de 3 voos não bastasse tiveram a capacidade de colocar dentro da aeronave 4 passageiros a mais que tinha assentos.

    Enfim, depois de quase 2h de negociação, 4 passageiros que estavam sentados deram lugar aos 4 que estavam de pé e então bastou a gente aguardar que todas as malas fossem retiradas do avião até que encontrassem a bagagem dos passageiros que desceram.

    Na época eu era empregado, não tinha disponibilidade pra ficar matando serviço atrás da justiça meia boca do nosso país, mas agora sou autonomo e pretendo exercer minha cidadania com juros e correção monetária.

    Depois deste episódio a gol passou a ocupar a 2a posição na minha lista de empresas mais mediocres, atrás apenas da oi/brasil telecom que conseguiu me deixar uma linha móvel 6 meses sem funcionar (tudo registrado desde o início no cabide de emprego chamado anatel)

    Se tiver alguma dica pra eu colocar bem no fundinho da oi tambem agradeço, essa linha voltou a funcionar hoje e agora estou planejando procurar a justiça comum.

    Manolo respondeu:

    Glauber, seu caso é até fácil. Você só aceita as opções da empresa se quiser. Se elas não lhe atenderem, as sugestões que dou são: 1. junte TODOS os documentos que comprovam que você havia comprado sua passagem com antecedência para o dia X e que foi a companhia aérea que, unilateralmente, mudou o vôo para o dia Y. 2. cancele o vôo, deixando claro que foi por causa da mudança feita unilateralmente pela companhia aérea. 3. compre um novo bilhete para o mesmo dia e horário do vôo anterior (esse que você disse estar custando seis vezes mais). 4. ingresse em juízo pedindo indenização por seus prejuízos.

  10. Regina says:

    Oi Rodrigo!Barbaro este post, voce resume em detalhes todos os pontos importantes no momento de comprar uma passagem em promoçao e atençao recomendo sempre que na compra de passagem aérea reconfirmar as condiçoes da tarifa em caso de reembolso e alteraçoes. Sao dois momentinhos que muitos agentes de viagem nao informam aos clientes. Tenham atençao que sempre na maioria dos casos compramos tarifas promocionais e combinadas, sendo assim que sempre será aplicada aquela mais restrictiva.Outra vez bárbaro o post

    Responder

  11. André Cri-Cri says:

    Muito bom mesmo esse post Rodrigo. É preciso ler atentamente todas as regras tarifárias antes de comprar qualquer passagem que a princípio seja uma barbada.

    Responder

  12. Celso says:

    Considerando que:

    1- Ninguem está no mercado para ter prejuízo,

    2- A rentabilidade da aviação hoje é ao redor de no máximo 7%, com raríssimas exceções,

    3- Quem regula o mercado, normalmente, é a lei da oferta e da procura,

    4- As companhias aéreas tem atividade de alto risco financeiro,

    PODE-SE ACRESCENTAR NESTE POST DO RODRIGO PURISH OS SEGUINTES FATOS>>>>

    1- Quanto mais distante do valor padrão, o valor pago pela promoção, maior o seu risco, sendo que valores muito baixos são altamente suspeitos de descumprimento no transporte,

    2- Desconfie muito de promoções muito longas e na alta temporada. Este ramo de atividade não permite tais métodos,

    3- Procure emitir bilhetes promocionais com prazos curtos para o embarque. Evite compra muito antecipada, pois a empresa pode falir,

    4- Na medida do possível compre de agencias, pois a empresa falindo a agencia responde pela venda,

    5- Evite compra em sites no exterior, inclusive por risco de fraude. Evite compra em companhias desconhecidas e saiba que quanto menor a empresa seu risco poderá ser muito maior,

    6- Empresas em regiões de conflito , crises, são altamente suspeitas de cumprir o contratado,

    7- Empresas com noticias de problemas financeiros ou que estejam reduzindo rotas devem gerar atenção redobrada, tipo Czech e TAP neste momento,

    8- Nunca pague em boleto, sempre no cartão, pois facilita até o reembolso e é de facil comprovação documental,

    9- Inclua na sua análise, se a empresa tem sede num pais com “leis internacionalmente aceitas” e respeita convenções internacionais,

    10- No lançamento de nova rota, por um curto período , é normal preço promocional,

    11- Sendo oferecido seguro na compra avalie se vale a pena contratá-lo. Se possível compre de empresas que façam parte de alianças, na ocorrencia de descuprimento da empresa, em alguns casos a aliança assume o transporte.

    Responder

    Sergio S. respondeu:

    Ótimos pontos, Celso!
    Abs

    Responder

    David respondeu:

    Excelente.

    Responder

  13. Wilian Delatorre says:

    Excelente post Rodrigo.

    No curso superior em que me graduei (Comunicação Social – Publicidade e Propaganda) aprendemos diversas técnicas para estabelecer a melhor comunicação com o público consumidor. Um dos quesitos que eu mais levava em conta quando desenvolvia o planejamento das campanhas era o nível cultural e o provável nível intelectual dos receptores da mensagem. E posso afirmar com certeza não é qualquer “promoção” que convencerá e levará os leitores desse blog a consumir.

    Um abraço!

    Responder

    Rodrigo respondeu:

    Willian, concordo com vc, mas as pessoas cultas que frequentam este site são no máximo 0,1% da população brasileira, a qual é carente e ignorante. Por tanto eles visam muitas vezes em várias de suas promoções estas pessoas e as enganam com flasas ilusões. Tipo o que as Casas Bahias fazem.

    Responder

  14. Clara says:

    Com esse post quase desenhado, só não compra uma passagem de acordo com o bolso, necessidades e gosto pessoal quem não quiser.

    Fiz há dias uma excelente compra na Avianca para os States, sabendo que a viagem é mais demorada, não é para qualquer um. Idosos, nem pensar, crianças desacompanhadas idem, ou até mesmo acompanhadas…

    A verdade é que as passagens para os EUA estão muito caras há meses – como o Rodrigo acertou que estariam – e para mim, esta passagem foi bem legal. Para outra pessoa, talvez não fosse.

    Responder

  15. GDC says:

    Mais um excelente post e como dizia o economista Milton Friedman: “não existe almoço grátis”, ou seja, pesquise pois por maior e melhor que seja a promoção sempre existem os poréns…
    No caso de passagens para EUA, assim como o a Clara mencionou acima, eu tenho optado por fazer com escalas quando não tenho nenhum compromisso profissional, ultimamente fiz Miami via Manaus com a TAM e paguei pouco mais de R$1.000 + taxas.

    Responder

    David respondeu:

    A dica para voar aos EUA (ou ainda Europa, Am. Sul, etc) é pesquisar em outras cidades que tem voos para estas localidades.

    Ex.: moro em SP mas quando coto uma passagem pra MIA, coto saindo de SAO, RIO, BSB, BHZ, SSA, REC, FOR, BEL, MAO, POA e até BUE, MVD, ASU, SCL, LIM e BOG. Sei que dá muito trabalho, mas faz parte da rotina de pegar uma boa tarifa. Fazendo assim, achei LIM-MIA por USD 298 e comprei milhas Taca (na promoção 2×1), ou seja, paguei cerca de USD 500 dólares numa passagem GRU-LIM-MIA o que no Brasil não sairia por menos de USD 1000. Com tantas promoções em trechos domésticos, vale muito a pena pesquisar passagens assim. Sendo assim, como o Rodrigo conseguiria publicar uma promoção FOZ-FRA por menos de USD 500?

    Responder

  16. Sergio S. says:

    Um economista fez uma equação e calculou o tempo ideal antes do voo para emitir uma passagem, ou seja, aquele que apresenta a chance de menor preço. Podem ver aqui (em inglês): http://lifehacker.com/5625777/the-cheapest-time-to-book-a-flight-is-eight-weeks-before-youre-traveling
    Nessa conta, as promoções devem puxar o período para mais perto do voo. Mas, se a intenção for comprar a um preço ok, nem sempre com a possibilidade de uma promoção, antecedência é fundamental. Claro que às vezes não dá, mas enfim…
    Abs

    Responder

    Celso respondeu:

    Sergio S.,

    Os bilhetes com menor preço costumam ter as seguintes características, VIA DE REGRA:

    1- Viagens no primeiro trimestre dos anos –

    No primeiro semestre o tráfego aéreo mundial costuma ser sempre menor que no segundo semestre, segudo a IATA.
    Muitas empresas fecham seus balanços em 31 de março e dependendo de metas lançam promoções com vistas a melhorar seus números até o fechamento daquele balanço.

    2- Bilhetes com voos de 2@ a 5@ feiras, costumam ter preço levemente menor –

    3- Feriados, mundiais ou locais na origem ou no destino, elevam preço de bilhetes.

    Bilhetes mais distantes destas datas tem melhor preço.

    4- Cidades sob influencia nítida do clima tem bilhetes com custos muito dispares.

    Verifique o clima em http://br.weather.com/, não só as temperaturas médias como os indices pluviométricos para não ser pego de surpresa no meio de um período chuvoso. Todas as médias estão lá ao longo dos anos.

    5- Não voe para o destino se na cidade se realizar MEGA EVENTO no periodo. Tudo é muito mais caro!

    Exemplo Grande Premio de Formula 1 em Melbourne ou Jogos de inverno em Vancouver. Para saber o que rola na cidade, que tal http://www.where.com

    6- Se voce não é familiarizado com regras na emissão, busque um agente, não um vendedor!

    Agente lhe orienta na melhor relação custo/benefício, vendedor lhe impoe a mais alta comissão sem voce perceber.

    7- Utilize-se das regras e emita com vantagem. O período de alta temporada varia, segundo a empresa, segundo a região e segundo a rota.

    Por exemplo, tem datas de alta temporada diferentes a AIR CANADA e a CONTINENTAL, para a America do Norte ou para ASIA e da AM DO SUL para ASIA é diferente da AM DO SUL para AMERICA DO NORTE e de lá para ASIA.

    8- Voos longos diurnos são mais baratos.

    9- Emissão única ou fracionada pode ser mais interessante e barata, dependendo do caso, mas em emissão fracionada leia as regras de cada trecho.

    10- Leia detalhadamente TODAS as restrições que o gozo daquela tarifa lhe impoe (contrato), pois em muitos casos a tarifa encontrada NÃO é adequada ao seu perfil e será prejuízo na certa!
    Como sugestão, ANTES de aceitar a compra VOCE DEVE SABER:
    Penalidades,
    Sobre taxas cobradas e que poderão ser cobradas
    Condições de compra antecipada
    RESTRIÇOES
    Stopover – Open jaw
    Transfer se existir e em que condições
    Informações adicionais
    Seguro, condições.
    Salvar numa mídia eletronica o texto completo do contrato.

    11- e por último, QUEM PODE TER PREJUIZO AO PROCURAR BILHETES PROMOCIONAIS:

    A- passageiros sujeitos a imprevistos impedindo data exata de embarque,

    b- passageiros com muita bagagem,

    c- passageiros que so podem viajar em datas específicas ou limitados a curtos períodos,

    d- passageiros que emitem em rotas de baixa frequencia, ou para regioes com forte influencia do clima,países com instabilidade politica ainda que na rota do voo (escala), com compra pré-debitada do restante da viagem ( hotel , etc ).

    e- passageiros com compromissos inadiáveis no destino,

    f- passageiros que compram de forma emocional e depois do prejuizo configurado dizem que vão processar, como se o ganho da ação repara-se o dano no Brasil.

    Para o Brasil, salvo melhor juízo, o afirmado pelo economista não se verifica na prática.

    sds

    Responder

    ceulimpido respondeu:

    Ajudou muito. Fico mais atento.

    Responder

  17. ernesto says:

    Exclente post!

    E, como lembrou o Celso não existe almoço gratis.

    Na minha opinião as melhores promoções são:

    De empresas que estão entrando no mercado, como a Quatar, ou como no começo da Azul, onde peguei voos para o Sul, por R$ 79. Outra boa fonte são os voos inaugurais que tem tarfas boas, como ocorre agora com a Lan que inaugurou rotas de Brasiia para o Peru, e uma rota nova para São Francisco.

    Eventulamente temos as tarfias que ocorrem quando a empresa “descobre” que os voos estão muito vazios, e precisam ser preenchidos, como ocorreu comigo, onde peguei voo da Swiss para a Europa por U$ 780 com taxas (hoje esta mais que o dobro0

    A terceira barbada é aproveitar os dias do meio de feriados, quando os voos – principalmente nacionais – estao vazios, e ha promoções excelentes de ultima hora.

    A quarta barbada é ver trechos “vazios”, como São Paulo Buenos Aires, onde as vezes ha boas ofertas da Swiss, e da Quatar, que começam o voo para seus paises de la.

    A quinta é se inscrever em todas as newsletter de empresas que voem para os destinos que voce quer ir, pois frequentemente elas mandam ofertas exclusivas, ou de ultima hora.

    A sexta,mas mais importante e continuar frequentando o AP, onde sempre tem otimas dicas de promoções, do Rodrigo,e de toda a comunidade.

    Responder

  18. glauber says:

    pessoal, como a gente faz pra mandar email pro rodrigo comunicando uma noticia ou promoção? revirei o site todo atras disso

    Responder

    Rodrigo Purisch respondeu:

    http://www.aquelapassagem.com.br/about/ ou Twitter @aquelapassagem

    Obrigado por lembrar do blog/site. Nem sempre consigo responder imediatamente.

    Responder

    glauber respondeu:

    Olá Rodrigo!

    Nesse link não apareceu opção de postar ou enviar mail. Twiter eu não tenho. Tem um mail não? E resumo li na uol sobre parceria entre o itau e o programa tudo azul e recebi um mail do flying blue oferecendo milhas em dobro e stop over free em voos do brasil pro japão!

    E parabens pelo site! Devo a você(s) quase tudo que sei hoje sobre o mundo das passagens aéreas…. e algumas das minhas viagens…. se tivesse um link pra doação voluntária eu faria com certeza hehe

    Responder

    Marcelo V Silva respondeu:

    Glauber,

    Eu tambem já havia requisitado isto algumas vezes ao Rodrigo, e agora achei este link acima. Dá pra chegar tambem pelo link “O BLOG”, no final da primeira linha.
    Existe um formulario para nossas sugestoes ao final.

    Só continuo achando que o Rodrigo poderia colocar um outro link direto para “Sugestões” que seria bem mais apropriado que este link “O BLOG”.

    De resto EXCELENTE BLOG RODRIGO !
    Grato,
    Marcelo

  19. Rodrigo Purisch says:

    MPL,
    Infelizmente vôos diretos tendem a atrair mais consumidores. Mas uma empresa que não realiza vôos diretos acaba fazendo preço melhor visando concorrer na rota. A que realiza o vôo direto consegue cobrar e ter uma média de preço pago mais alto e até mais lucro com o vôo não tão cheio como o da concorrência.

    Responder

    Sergio S. respondeu:

    Preço não é só custo + margem (mark up). Pode ser também escolhido a partir da demanda, o que, do ponto de vista das companhias, faz mais sentido econômico.
    É exatamente esse o caso. As rotas indiretas operam com um deságio sobre o valor da rota direta, para que haja atratividade (normalmente). E a rota direta depende mais do quanto o pessoal está disposto a pagar (vide alta e baixa temporadas).
    Abs

    Responder

  20. Jefferson says:

    Rodrigo
    Parabéns, nunca vou dormir sem passar por aqui para ver as novidades…
    Até fico triste quando não tem post novo.

    Abraço, Sucesso

    Jefferson

    Rodrigo
    Como sugestão… Crie um post sobre as Regras Tarifárias, principalmente sobre cobrança de reembolso feita pelas Companhias Aéreas. Nosso CDC (Código de Direito do Consumidor) não é favorável a tais cobranças.

    Responder

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