Fidelidade Tam: Cobrará 15 mil pontos por Trecho na América do Sul (Exceto Brasil) a Partir de Julho!

13 de maio de 2011 | Por | 284 Comentários More

A Tam está enviando um email informando aos associados Fidelidade Tam que irá passar a cobrar 15 mil pontos ao invés dos 10 mil pontos por trecho emitido a partir de 01 de julho de 2011 para voar dentro da América do Sul (exceto Brasil) na classe econômica. Um aumento de “apenas 50%”!

Vale lembrar que a possibilidade de emitir trechos cobrando 10 mil pontos (até 7 dias anteriores a data do vôo) para voar dentro da América do Sul enquanto houver assento disponível para vender sempre foi um dos maiores trunfos e garoto propaganda do programa da Tam.

Tem hora que não entendo mesmo as ações de determinadas cias aéreas. Mas parece que a falta de uma concorrência à altura que faça parte de uma aliança anda permitindo que cias aéreas cogitem esse tipo de atitude.

O Smiles, que anda melhor avaliado pelos leitores do Aquela Passagem, carece de fazer parte de uma aliança aérea a fim de oferecer mais opções de destinos, de benefícios de status elite estendidos às parceiras,  de mais opções de vôos para acúmulo e redenção de milhas e de opções de serviço superiores ao que a Gol oferece em seus vôos. Mas podemos dizer que ela deve estar muito grata pela atitude da Tam que de certa forma empurra parte dos seus associados para fora do programa Fidelidade e pode aumentar a transferência de milhas de cartões de crédito para o Smiles.

Não tem jeito mesmo. A Tam está dando um jeito de piorar ainda mais a vida do associado do seu programa de fidelidade. Nossa pesquisa de opinião sobre programas de fidelidade já mostrou que o descontentamento dos associados do Fidelidade supera o dos demais principais programas usados pelos leitores.

Depois não adianta ficar chateado com o fato de muitos estarem chamando o Fidelidade Tam de Infidelidade Tam…

A você associado e fiel ao Fidelidade resta a atitude de protestar enviando emails ao Fidelidade e ao Fale com o Presidente. Quem sabe ela não ouve quem é fiel aos seus serviços?

Mais uma vez vou fazer o meu alerta sobre programas de fidelidade: Milha boa é milha gasta com sabedoria e o mais rápido possível. Não encare suas milhas como um depósito de longo prazo em uma conta poupança, já que a cia pode mudar as regras do programa, passar por dificuldades financeiras ou deixar de voar um destino desejado. Sem contar que algumas dificultam ao máximo a emissão de uma passagem prêmio.

Obrigado ao Liska (Fofo) pela dica da mudança de regras!

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Category: Programas de Fidelidade Aérea

Comentários (284)

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  1. Marcelo Q. disse:

    Wagner, boa tarde.

    Acredito que a essência de nossas idéias e objetivos, sejam as mesmas; o respeito e a coerência com o maior patrimônio de uma empresa aérea, o cliente.

    Obviamente, que entre nos e os demais leitores, existirão momentos em que o interesse pessoal prevaleça, e infelizmente pode haver defesa aos desvios de conduta, justificados nada mais do que pelo injustificável, o descumprimento de regras claras.

    Da mesma forma, repudio veementemente estas constantes alterações das regras dos programas de milhagem, sobretudo do inFidelidade, impondo limitações absurdas e praticamente inviabilizando as emissões de passagens em seus vôos com pontos, para determinada perfil de cliente.

    Já falei aqui algumas vezes, meu cartão fidelidade Tam é o Black, um dos primeiros beneficiados com este cartão (que nao apresenta qualquer benefício acima do vermelho), em 2009 somei mais de 260k pt puros em voo (com bônus do cartão vermelho na época, uns 400k), era um programa fantástico para emissão em vôos Tam, e em menos de 2 anos transformou-se em um pesadelo.

    Critico diretamente a Tam, e incentivo aos demais aqui, fortes formadores de opinião, que façam o mesmo e adotem medida que reduza a rentabilidade da empresa, optem por concorrentes e expressem nos canais corretos suas atitudes para que mensurem e repensem os absurdos que cometem.

    Agora, retornando ao assunto, sou veementemente contra o comércio de milhas, primeiro porque a regra nao permite; e segundo, porque sei que este procedimento que beneficia meia dúzia de oportunistas (os corretores de milhas), eleva os custos das empresas embarcando passageiros emitidos por milhas, e gerando novas e desvantajosas mudanças unilaterais da regras.

    Abraço.

  2. Marcelo Q. disse:

    Boa Beto.

    Vamos torrar nossas milhas de forma inteligente e oportuna, e isso nao inclui vende-las.

    Continuo mandando sugestões à quem quiser, sobre boas formas de aproveitar suas milhas, agora, falar em comércio de milhas, acaba o bom humor…

    Abraço.

  3. Fernando Roberto disse:

    Ao meu ver, se a Companhia aérea tivesse interesse ela solucionaria facilmente essa questão. Por exemplo, poderia diferencia a quantidade de pontos/milhas necessários quando o titular emite para ele mesmo ou para 2 ou 3 parentes que o titular houvesse indicado previamente; para os demais, ele precisasse de um número maior de pontos/milhas.
    Não resolveria mas, inibiria.
    V̫os na Am̩rica do Sul: Titular Р10.000 milhas/pontos; Outros Р20.000 milhas/pontos.

  4. rodolfo disse:

    Apenas curiosidade, mas como voce acumulou tantos pontos em 2009 (obvio que viajando) . mas viajou muito em.. abraços

  5. rodolfo disse:

    Post para o MarceloQ

  6. Camilo disse:

    Não dá essa idéia não… Já pensou ter que usar mais milhas para poder emitir para a esposa, filhos?

  7. nelson disse:

    Volto a confirmar o que eu disse, criminalizar a questão das milhas é burrice.

    A pergunta principal é , Porque usamos esta ou aquela companhia..mais especificamente em relação ao seu programa de milhagem ?

    A resposta principal sempre será em beneficio proprio e nunca em beneficio de terceiro.

    O cliente corporativo – que é o viajante frequente – a passagem é paga pela empresa, mas o beneficiario final das milhas é sempre o “usuário final”.

    A propria TAM, deve perder alguns clientes corporativos, porque na hora de emitir a passagem, ” o usuário final” poderá exigir…Não quero TAM, me coloca Varig-Gol-Azul-Webjet ou qualquer outro para o seu beneficio proprio…logico, para quem é possivel fazer esta escolha.

    Mas voltando a questão principal, escolhemos este ou aquele emprego, este ou aquele beneficio salarial e etc…Dá mesma forma, escolhemos este ou aquele programa de milhagem mais restritivo ou não.

    Se eu escolher trocar, vender, substituir ou até dar de graça é uma opção minha. Posso sim, perder as milhas por isto, porque são contrarias ao regulamento imposto pela companhia aerea. Mas sempre é uma opção minha, e sempre em BENEFICIO PROPRIO …ou não é ???

    Basta ler o post que foi aberto…a mudança da TAM foi em beneficio de quem ? Meu ? Ela me perguntou se eu concordava ?
    РPerguntou se aceito a nova regra que exige pagar R$ 100,00 todas as vezes que quero enviar uma menor de avịo desacompanhada ?
    РPerguntou se aceito esta nova mudan̤a dos pontos ?
    – Perguntou se aceito perder pontos acumulados depois de 1 ano, em quanto outras companhias “seguram” por mais tempo ?
    РPerguntou a outra mudan̤a, que cobra 10% da tarifa sobre beb̩ de colo ?

    Resumindo, não vejo nenhum motivo em ser 100% “compliance” para quem não é !

    Nelson

  8. nelson disse:

    Por ultimo, se trata de um negocio, nada a ver com trafico de cocaina.

    Eles mudam as regras, aceitam quem quer. Se perder milhas, paciencia, perdeu. Mas é um negocio/beneficio, QUE NÓS ESCOLHEMOS, que poderá ser retirado-acabado-trocado quando nós quisermos.

    O proprio ganho de causa nos eua dos usuarios X Uinted ( não tenho este dados, estou só usando o que foi comentado, mas acho muito factivel)

    O Juiz deve ter dado ganho de causa, porque a escolha de usar as milhas ganhas é do usuario final…foi ele que as ganhou – gastando ou viajando – ele faz o que ele quiser com elas.

    Nelson

  9. Marcelo Q. disse:

    Rodolfo,

    Moro em Miami e Sp, e faço esta rota pelo menos 2 vezes ao mes.

    Além desta, voo constantemente à Europa, Ásia, e outros locais na America do norte, sempre em executiva ou first.

    Os pontos que somei na Tam, representaram menos da metade das milhas que conquistei naquele ano em vôos.

    Abraço.

  10. Marcelo Q. disse:

    Nelson,

    Você me taxa como burro, mas nao mostra o menor sinal de inteligência no que escreve, no máximo, faz um desabafo.

    Se você é mais um daqueles que considera o “jeitinho brasileiro” a melhor forma de se resolver as coisas, vá em frente, viva a sua vida experta, agora, me taxar de burro pela metáfora que utilizei (não sei se sabe o que é uma metáfora), e atitude de alguém desprovido de conhecimento e sem a menor vontade em aprender.

    Moço, se reparar, escrevi um pouco sobre o assunto de forma embasada e, independente da minha opinião, estou debatendo de forma razoável, então, caso não tenha nada útil à escrever (desconsidero suas bravatas inconsistentes), leia um pouco o que os colegas colocam, seja qual for o ponto de vista, e aprenda um pouco sobre a matéria.

    E mais, você é bem ruim de interpretação de texto (mas não estou te chamando de burro, ok).

    Eu escrevi sobre o caso da United, onde os usuários perderam rescursos na corte de Chicago e foram descredenciados do mileage plus, além da expiração automática das minhas remanescentes em suas contas.

    Vai descansar

  11. Marcelo Q. disse:

    Fernando,

    Fácil de solucionar não é, agora, acredito que algumas alternativas deverão ser tomadas em breve neste sentido, e não duvido que os programas optem por algum caminho parecido com a sua sugestão.

    Talvez, fique longe do mais justo, mas certamente ofereceria alguma possibilidade do titular da milhas voar por emissões mais justas.

    É um começo, a

  12. Rodrigo Purisch disse:

    Discussão finalizada! O tema comércio de milhas não tem espaço para discussão aqui no Aquela Passagem. Os mais antigos já tem consciência disso!!

    No passado já tivemos essa discussão e as razões estão aqui:

    https://www.aquelapassagem.com.br/compra-e-venda-de-milhaspontos-so-mudando-as-regras/

    https://www.aquelapassagem.com.br/compra-ou-venda-de-milhas-ou-pontos-perigo-a-vista/

  13. Rodrigo Purisch disse:

    Discussão finalizada! O tema comércio de milhas não tem espaço para discussão aqui. Os mais antigos já tem consciência disso!!

    No passado já tivemos essa discussão e as razões estão aqui:

    https://www.aquelapassagem.com.br/compra-e-venda-de-milhaspontos-so-mudando-as-regras/

    https://www.aquelapassagem.com.br/compra-ou-venda-de-milhas-ou-pontos-perigo-a-vista/

  14. Rodrigo Purisch disse:

    Discussão finalizada! O tema comércio de milhas não tem espaço para discussão aqui neste blog/site. Os mais antigos já tem consciência disso!!

    No passado já tivemos essa discussão e as razões estão aqui:

    https://www.aquelapassagem.com.br/compra-e-venda-de-milhaspontos-so-mudando-as-regras/

    https://www.aquelapassagem.com.br/compra-ou-venda-de-milhas-ou-pontos-perigo-a-vista/

  15. Juliano disse:

    Valeu mesmo Rodrigo!! Olhe, já fiz essa observação uma vez. O site Aquela Passagem tem se tornado veículo para rusgas e discussões nada maduras, em regra, entre alguns leitores e, isso, tem afastado alguns leitores, inclusive amigos já comentaram isso. Ultimamente, todo assunto está descambando para essas briguinhas entre dois ou três leitores e trocas de insultos. Já sugeri a troca de emais particulares entre eles para essas quesilas imaturas. Mais uma vez, Rodrigo, mostrou que tem profissionalismo na administração do site. Abraço.

  16. nelson disse:

    Ok. as burrices continuadas foram canceladas então.

  17. Marcelo Q. disse:

    Juliano,

    Me passa seu email.

    Se quiser me contatar fora daqui, pode enviar para:
    marcelo.q.aquelapassagem@gmail.com

    Abraço.

  18. Fernando Gama disse:

    Nelson, concordo com você. As milhas são de quem enviou elas para os programas de fidelidade e não das companhias aéreas. Estou inclinado a concordar também que deveríamos fazer uma discussão mais democrática sobre o assunto. Acho que uma coisa é usar o espaço para fazer compra e venda de milhas. Isso, em função da ética, não deve ser feito porque isso é contra o que estatui os programas de milhagem hoje e traria para cá um monte de gente interessada apenas em lucrar. Outra coisa, bem diferente, é discutir de forma democrática, transparente e ética a proibição imposta pelas companhias para a venda das milhas – que só interessam a elas próprias. Eu sou contra a proibição da venda e não acho que vendê-las seja crime. É apenas uma proibição imposta pelos próprios programas. Quem faz a venda, descumpre a regra dos programas e pode ser expulso deles, mas não vai ser preso, não é crime. Temos que lembrar também que as grandes mudanças que ocorrem na sociedade desde sempre acontecem e aconteceram porque algumas pessoas ousaram pensar diferente e agir contra a opressão. Se não fosse assim, a escravidão ainda seria legal, poderíamos cortar a cabeça dos devedores e aceitar a discriminação racial como bacana, pois todas essas práticas foram e eram consideradas legais pelos opressores da época. Os opressores hoje são os donos do capitalismo que utilizam a força de suas empresas para manter o status-quo. Agora, independentemente de concordar o não com o mercado de milhas, da qual eu não participo, nem apóio, apenas não sou contra, acho que o direito de discutir o assunto assiste a todos e não deveria ser cerceado.

    Abraços,
    Fernando

  19. Rodrigo Purisch disse:

    Fernando,

    Você ou qualquer outro leitor tem toda a liberdade de abrir um blog (temos várias opções gratuitas) e abrir um espaço para a discussão do tema e convidar os demais.

    Lá todos podem exercer sua liberdade de expressão.

    Este espaço está vinculado ao meu nome. Sou parcialmente responsável (por ceder o espaço) pelo exercício de liberdade de expressão dos outros.

    Não entendo democracia como falamos e discutimos o que queremos e o outro responda por isso.

    Já tive essa discussão antes aqui e não vou entrar nela de novo.

    Assunto vedado no Aquela Passagem. Existem regras aqui como existem na sociedade em que você vive, O blog é de livre adesão, desde que respeitadas as regras.

  20. Fernando Lima Gama Junior disse:

    Rodrigo,

    Apesar de não te conhecer, gosto muito de você e do seu trabalho aqui no Aquela Passagem. Visito quase toda semana. Não vou levar a discussão adiante – embora considere-a válida e importante -, mas fique tranquilo quanto ao ponto central do seu argumento: você jamais será responsabilizado pelo o que alguém escrever aqui. Cada pessoa é responsável pelo que faz, escreve e pensa. Você apenas cede o espaço para discussão. Já teve vários casos desse tipo na internet. Algumas pessoas queriam responsabilizar o google ou o Youtube em razão de palavras na busca ou em razão de vídeos postados na rede. Não vingou. No Brasil, a tese predominante é a de que o meio não é responsável pelos atos dos internautas, desde que não participem dele.

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